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Escova inteligente: por que todo mundo
quer fazer?

Depois do surgimento de tantos métodos de alisamento, esse parece o ideal

Por Débora Lublinski
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Fabiana Rodrigues Fotos Marcelo Correa Fabiana Rodrigues, jornalista de 27 anos, testou a escova inteligente.

A nova técnica, que faz a cabeça de famosas como Juliana Paes e Carol Castro, promete respeitar o seu tipo de cabelo: reduzir o volume e alisar os fios, mas não deixá-los chapados, sem movimento (no caso dos crespos, apenas soltar os cachos). Também é indicada para quem fez outras escovas progressivas ou abusou da tintura, pois conta com substâncias que dão mais força e brilho. Quem testou gostou.

A trajetória dos métodos de alisamento

Primeiro, veio o alisamento japonês. Definitivo – só sai conforme o cabelo cresce –, deixava-o esticadinho, mas parecia um capacete (lembra do polêmico look de Fátima Bernardes, apresentadora do Jornal Nacional?) e, com muita química na fórmula, enfraquecia demais os fios. Logo depois, as escovas progressivas (com durabilidade de três a seis meses) pipocaram em todos os salões e fizeram o maior sucesso. Daí, surgiu o alerta sobre o risco do formol para a nossa saúde. E novas substâncias – guanidina, tioglicolato e hidróxido de sódio – entraram na jogada com a tarefa de alisar sem causar irritação, vermelhidão, alergia na pele e no couro cabeludo. Agora a bola da vez é a escova inteligente, sucesso entre as famosas. O método, segundo os cabeleireiros, traz algumas promessas interessantes para as mulheres que não vivem mais sem a progressiva. O principal apelo é agredir menos os fios. Mesmo assim, não dá para dizer que o cabelo, a longo prazo, não sofre danos.

Produção: Ana Hora. Assistente: Giulia Hora Roly. Cabelo e maquiagem: Carolina Magliari/Fashion Clinic. Locação: Balance Spa. Top em seda Le Lis Blanc. Brincos Briollet

 
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