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Cicatriz: a gente responde suas dúvidas

Saiba tudo sobre essa marquinha teimosa!

Por Debora Lublinski

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Um machucado ou uma cirurgia, não importa. Quando a pele sofre um corte, sempre sobra uma cicatriz – umas mais discretas, outras, infelizmente, bem evidentes. Saiba como prevenir a marca ou suavizar a que você já tem. Os dermatologistas Luis Fernando Tovo, de São Paulo, Paula Bellotti e Daniela Nunes, do Rio de Janeiro, explicam todos os cuidados

1. Por que algumas ficam finas e outras supergrossas?

Qualquer corte aciona as células da pele, os fibroblastos, a produzirem mais colágeno para regenerar o tecido danificado. Algumas pessoas, geralmente as de pele morena ou negra, podem ter uma alteração nessa produção de colágeno, formando uma cicatriz em alto-relevo chamada de hipertrófica. Pior, ainda existe o quelóide, uma formação endurecida que extravasa a região do corte. Isso normalmente acontece nas áreas do corpo que movimentamos mais, como tórax, ombros, costas e abdômen.

2. Tive um corte que não cicatrizou bem. Como evitar outra marca depois de uma cirurgia?

Se você já sabe que tem tendência a cicatriz hipertrófica ou formação de quelóide, avise o seu cirurgião. Além de adotar uma técnica diferenciada na hora de dar os pontos, ele pode indicar o uso de uma placa de silicone sobre o corte para comprimir a área e evitar que a cicatriz fique alta.

3. Mesmo com cuidado, minha cicatriz ficou alta. Tem como diminuí-la?

Os dermatologistas recorrem a cremes ou infiltrações (aplicação por injeção) à base de corticóides, substâncias que inibem a ação dos fibroblastos e abaixam o relevo que ficou na pele. Outra técnica é a crioterapia, que utiliza jatos de nitrogênio líquido para diminuir a produção de colágeno. Em último caso, quando o quelóide é muito grande ou incomoda demais – coça ou fica numa região do corpo exposta –, o cirurgião plástico pode cortar a pele ao redor da marca para formar uma nova cicatriz, adotando, claro, todos os cuidados para evitar um outro quelóide.

4. Laser funciona?


Alguns tipos, sim. O Harmony, aparelho de luz intensa pulsada, ajuda a diminuir a vascularização de cicatrizes recentes, suavizando a vermelhidão. Para as mais antigas, que já estão esbranquiçadas, os dermatologista recomendam laser fracionado. Existem algumas máquinas com funcionamento parecido: Fraxel, Pearl e Active FX. Com o disparo da luz, a pele é atingida de forma intercalada como se fosse um tabuleiro de xadrez. A área que foi preservada ajuda na regeneração de um novo tecido, afinando e abaixando a marca. O único porém é que ainda estamos falando de técnicas de alto investimento. Custam caro – cerca de 1000 reais a sessão.

5. Base é o melhor cosmético para disfarçar a cicatriz?


Depende. Se ela for fininha e baixa, uma base pode dar conta de camuflá-la. Mas, para as altas e grossas, vale investir num corretivo, pois esse cosmético tem melhor aderência e maior duração. Existe, inclusive, uma categoria chamada maquiagem corretiva, específica para disfarçar imperfeições como cicatrizes, manchas e vitiligo. São produtos com alto poder de fixação, à prova d’água e que atendem a todos os tipos de pele. Boas pedidas: Dermablend, da Vichy, e Couvrance, da Avène.

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