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Acne depois dos 25 anos?

Ainda que você tenha passado imune ao problema na adolescência, pode se deparar com cravos e espinhas “enfeitando” (ninguém merece!) o seu rostinho mesmo prestes a entrar na casa dos 30. Nós explicamos os motivos

Por Carmen Cagnoni

garota com a pele lisa Carlos Bessa

Acne: problema de gente grande

Se até pouco tempo atrás a acne era um quadro típico das adolescentes (e todas estávamos livres do problema após passarmos dessa fase), hoje é cada vez mais frequente nos depararmos com os inconvenientes cravos e espinhas após os 25, 30, 35 anos... Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia em parceria com o laboratório Theraskin mostrou que a acne é o maior problema que leva as mulheres ao consultório médico. E, veja só: a média de idade aponta para os 26 anos, fase na qual a preocupação deveria ser outra – com a prevenção do envelhecimento precoce, por exemplo. A Avon reitera esses dados, pois também concluiu, segundo pesquisa, que 57% das brasileiras, com idade até 39 anos, citam a acne, o excesso de oleosidade e as marcas de cravos e espinhas como seus problemas de beleza mais comuns. Afinal, o que está acontecendo? O que está levando a esse “surto tardio”? Nós descobrimos quatro vilões. Quer saber quais são? Acompanhe!

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