O publicitário paulistano Ricardo Santos, 38 anos, vendeu o carro há um ano e apostou na bike como transporte e lazer. Agora, ele quer dividir com vocês tudo o que tem aprendido nas ruas da cidade. E também vai contar todas as novidades desse universo. Fique de olho e entre para essa turma!
Depois de usar a bicicleta como meio de transporte, e lazer e pegar gosto pela coisa, é comum sentirmos nossas bikes mais próximas de nós, transformando-as em verdadeiras amigas. Alguns até batizam suas magrelas com nomes próprios. Pensando nisso, algumas empresas começaram a oferecer serviços de customização, para você deixar a sua amiga com a sua cara.
A Create Bikes+Parts, empresa londrina, fruto da associação de profissionais do mundo da moda e do universo biker, produz bicicletas supercoloridas (até as correntes tem cores alegres!).
Já na Bike by Me, de origem sueca, você pode se divertir e testar as cores da sua bike no próprio site.
E caso você queria experimentar a experiência, aqui mesmo no Brasil, você pode ir até a Tag and Juice. Nascida em São Paulo, ela aposta na venda e customização de bikes para uso urbano, priorizando design, cores e acessórios.
Assim fica até mais gostoso pedalar, não é mesmo?
A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de mais uma tragédia. Dessa vez, uma moça chamada Juliana Dias, foi a vÃtima. E de novo, o acidente provocou uma manifestação no local.
Antes de qualquer comentário, quero deixar claro que sempre fico muito triste com mortes de ciclistas no trânsito e que não sou contra manifestações positivas. O fato é que parar uma das principais avenidas de São Paulo prejudica ainda mais o trânsito de uma cidade que já tem esse problema crônico. Uma manifestação assim só levanta uma bandeira — de que ciclistas e motoristas estão em lados opostos, quando o melhor e mais coerente é levantar a bandeira da convivência.
Um grande banco brasileiro tem um sÃmbolo que vale a pena ser divulgado. Como disse um amigo “Parar o trânsito de SP é uma atitude antipática e com nenhum resultado prático”.
beijos e boas pedaladas.
Uma leitora deixou o seguinte comentário aqui no blog: “Moro em Belo Horizonte, MG, e não vejo ciclovias por aqui. Não sei aonde andar de bicicleta.â€
Ciclovias, ciclofaixas, ciclorotas, etc, etc…
Por um certo ponto de vista, quanto mais ciclovias, melhor. Mas já ouvi, de pessoas que respeito bastante, exatamente o contrário disso, QUANTO MAIS CICLOVIAS, PIOR. Confesso que na hora não entendi nada, mas me explicaram. E vou resumir a história para vocês. Se os carros não se acostumarem com a presença dos ciclistas nas ruas, ficarem segregados. Ou seja, a bike como meio de transporte só poderá ser usada por pessoas que moram e trabalham nas margens das ciclovias, que são a minoria.
Quero deixar claro que não sou contra as ciclovias, mas concordo que elas não são a única solução. Minha sugestão é que a atitude de pedalar dependa exclusivamente de nós mesmos. Claro que sempre com muita prudência e respeito.
Beijos e boas pedaladas!