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Corrida BOA FORMA

Corrida BOA FORMA
15
ter

Há pouco mais de dois anos eu havia estabelecido um desafio pessoal: correr a maratona de NY. Já era costumada a participar de provas de 10K, mas queria algo diferente e me inscrevi para a maratona sem pensar duas vezes…

Nesta mesma época, entrei como estagiária de texto na Boa Forma e a história da maratona veio a calhar. Em uma das primeiras conversas com a diretora de redação da revista, Angélica Banhara, falamos da possibilidade de criar este blog como uma espécie de diário sobre a minha preparação de 9 meses até a prova de 42K. Topei na hora!

Durante toda a fase de treinos com foco em NY, cada comentário de leitora era como um grito de incentivo na minha orelha e a visibilidade que o blog trazia – por bem ou por mal – me trouxeram mais força nos momentos duros da preparação.

Nove meses depois, completei a prova mais incrível do mundo e tinha um “bebê†formado, recheado de histórias e dicas sobre corrida. O “Maratona Boa Forma†mudou de nome e virou o “Corrida Boa Formaâ€. Assim, pude continuar fazendo duas coisas que amo e, não parecem, mas estão intimamente relacionadas: correr e escrever.

A partir de agora, estou com um novo desafio profissional (que, adivinhem, tem tudo a ver com corrida!) e o Corrida Boa Forma sairá do ar – embora ele nunca sairá de mim. Quero agradecer demais todo mundo que me acompanhou esses anos aqui! Vocês nem podem imaginar – e nem eu tinha ideia – de como o blog teria um papel tão importante na minha vida.

Obrigada!

“Muito do que aprendi até hoje foi correndo ou escrevendoâ€

 

Postado por: Carolina Cagno
02
seg

Eu acho pecado abrir ovo de páscoa antes do domingo, mas acho pecado também não comer uns pedacinhos a mais nesta época do ano.

Ainda bem que os especialistas já decretaram que é melhor mesmo não passar vontade, mas devorar um ovo daqueles com recheio para comer de colher e ir direto para o treino não é uma boa. Apesar do chocolate ser fonte de carboidrato, ele não vai garantir energia durante todo o treino, pois tem alto índice glicêmico.

Por isso, o ideal é deixar o chocolate para logo depois da corrida. Além de servir como uma bonificação, ele é capaz de repor os estoques de glicogênio e também oferece magnésio, um nutriente essencial para a contração muscular e a fixação do cálcio nos ossos.

Mas para valer desses benefícios, as corredoras devem apostar na versão amarga ou meio amarga. Aí vai algumas opções para você aproveitar a Páscoa, os benefícios do chocolate e a corrida (sem engordar!):

Nestlé Classic Zero (50% Cacau)
94 calorias por porção de 25 g
8,2 g de carboidratos
7,6 g de gorduras totais, sendo 7,1 g saturadas
Alpino Dark (60% Cacau)
135 calorias em 25 g do produto
9,7 g de carboidratos
9,6 g de gorduras totais, sendo 5,2 g saturadas
Nestlé Classic Dark (50% Cacau)
135 calorias por porção de 25 g
11 g de carboidratos
9,2 g de gorduras totais, sendo 5,1 g gorduras
Pão de Açúcar Dark (70% Cacau)
135 calorias por porção de 25 g
10 g de carboidratos
9,3 g de gorduras totais, sendo 5,4 g saturadas
Ovo de Páscoa Talento Intense, Garoto (55% Cacau)
133 calorias por porção de 25 g
12 g de carboidratos
8,9 g de gorduras totais, sendo 4,4 g saturadas
Amaro, Lacta (43% Cacau)
126 calorias por porção de 25 g
14 g de carboidratos
7,5 g de gorduras totais, sendo 4,2 g saturadas
Dreams 55% Cacau, Cacao Show (55% Cacau)
123 calorias por 25g

Postado por: Carolina Cagno
26
seg

Deixe-me apresentar… Essa da ponta-direia é a Cilene: corredora das boas, técnica do Núcleo Aventura, simpaticíssima e dona das pernas mais bonitas do mundo da corrida (e olha que o páreo é duro)!

Conheci a Ci no ano passado, durante o Nike SP-Rio, e ontem tive a sorte grande de tê-la como coelha particular na abertura do circuito Track&Field Run Series. Digo “sorte†porque não foi nada planejado. Encontrei a Ci na largada por coincidência, aproveitei que ela ia correr num ritmo mais fraco do que o normal porque estava vindo de um longo de 35k no sábado e acabei ganhando uma baita ajuda.

Um coelho profissional (sim, tem gente que ganha para isso) é aquele que corre um pedaço da prova apenas para marcar um ritmo forte e ajudar a poupar energia de outros corredores, que acabam tendo mais chances de baixar seu tempo e até bater um recorde.

Eu não fiz meu melhor tempo da vida nos 10k, mas foi graças a companhia da Ci durante todo o percurso que consegui manter um ritmo bom (5 minutos por quilômetro) e fechar a prova em 51 minutos.

Ela dava as coordenadas sobre qual o lugar da pista era mais regular para correr e não me desgastar tanto, monitorava o ritmo, corrigia minha postura, dizia palavras de incentivo… Ou seja, meu único papel era ficar concentrada no meu corpo e isso facilitou muito já que eu não estava com o preparo 100%.

O coelho de verdade costuma abandonar seus corredores no meio da prova, mas a minha coelha foi fiel até o final e cruzou a linha de chegada do meu lado. Detalhe: o tempo da Ci nos 10k é xxxx (não é para qualquer um, né?).

Thanks, Ci! E obrigada também a Kellogg’s que me convidou para participar dessa prova.

 

Postado por: Carolina Cagno
22
qui

A discussão sobre correr ou não com iPod e afins já deu o que falar, mas até então ninguém havia estendido o assunto para o pós-treino.

Em janeiro deste ano, os pesquisadores do Departamento de Terapia da Música da Universidade de Bar-llan, em Israel, fizeram um teste para determinar os efeitos da música durante o período de recuperação de uma atividade física intensa.

Eles analisaram 20 pessoas, que correram por 6 minutos e depois descansaram 15 minutos (sem e com trilha sonora). O resultado publicado no Journal of Strenght and Condicional Reseach é que a música provoca uma redução significativa na percepção de esforço e nos níveis de lactato no sangue dos corredores, mas não interfere na frequência cardíaca.

Isso quer dizer que apertar o “play†durante o desaquecimento e a sessão de alongamento é uma boa para o corpo se recuperar depois da corrida! Boa notícia, não?

Aqui vai minha sugestão…

 

Postado por: Carolina Cagno
16
sex

As patricinhas de plantão já podem começar a correr. É que a Chanel, famosa grife de bolsas, lançou uma coleção de tênis esportivos (ainda sem previsão para chegar ao Brasil). Lá fora, o calçado sai por doídos 1500 reais (o de cano baixo) e 1800 reais (o de cano alto). Eles têm fundo branco, mas chamam atenção pelos detalhes em cores fortes (na maior tendência “color blockingâ€) e o logo bem grande.

Agora, vamos à enquete.
Você…
(  ) abominou os modelos
(  ) achou bonitinho, mas ainda prefere os tênis da Nike, Adidas, Asics…
(  ) gostou, mas não tem coragem de gastar essa grana num tênis de corrida
(   ) amou, afinal, tudo que é Chanel é um arraso!

Postado por: Carolina Cagno
15
qui

Corredoras,

Mil desculpas pelos últimos meses em que acabei deixando o blog de escanteio, mas prometo que estou de volta com muitas novidades e dicas bacanas. Durante esse período sem escrever aqui, aproveitei para tirar férias da corrida também. Não que eu tenha ficado sem treinar (longe disso!), mas não me preocupei em olhar a planilha um dia sequer. Quando tinha vontade de correr, eu saia sem rumo, sem relógio, sem GPS, às vezes só com um iPod…

Essa experiência foi ótima para descansar o corpo e até a cabeça e, assim, voltar com mais gás para a nova temporada de treinamento. Inclusive, já estou com um desafio escalado para esse semestre: a Big 25 Berlim. É a prova de rua mais antiga da Alemanha e seu carro-chefe são os 25 quilômetros, mas esse ano foram abertas incrições para quem quiser correr 21k, 10k ou até um revezamento de 5k. Eu optei pela meia-maratona e vai ser no dia 6 de maio, com largada na Olympischer Platz e chegada no Estádio Olímpico de Berlim.

Largada da Big 25 Berlim: a prova que vou correr esse ano!

Estou muito animada porque não conheço a cidade, o percurso é bem plano e a temperatura de Berlim nessa época (entre 8 a 18ºC) costuma ser favorável ao
desempenho dos corredores. Um fato que achei bastante curioso é que todos os participantes que cruzam a linha de chegada ganham, junto com a
medalha, uma cerveja para comemorar – nada mais justo já que estamos falando da Alemanha!

Agora me contem… Vocês estão num período de corridas “sem planilha†ou treinando sério para alguma prova específica?

Postado por: Carolina Cagno
03
sáb

Um em quatro corredores responderam “sim†na questão acima, acreditam? Foi o que constatou um estudo realizado recentemente no programa de Mestrado em Fisioterapia da Unicid. O grupo de pesquisadores se preocupou em colocar no papel algo que a gente vem percebendo (e ignorando) no mundo da corrida: as dores, principalmente, nos joelhos, nos pés e nos tornozelos.

Foram entrevistadas cerca de 1000 pessoas antes da largada de cinco provas de 5 e 10k e 22% afirmaram que sentiam dores naquele momento, mas iriam correr do mesmo jeito. O resultado é preocupante. “A dor é um sinal biológico que não está tudo bem com você, mas muitos corredores negligenciam esse sinalâ€, fala o professor Alexandre Lopes. “Se os corredores se queixam antes da prova, imagina como essa dor estará depois dos quilômetros percorridosâ€, completa.

O problema é que o corredor não quer desperdiçar os dias de treinamento e acha que superar essa dor é uma vitória a mais. Confesso: já fiz isso inúmeras vezes e cheguei a correr uma prova na base de injeções de antiinflamatório. Isso quando a dor não acaba anestesiando depois de um tempo de corrida. Perigo duplo, sim. Mas quem vai tirar o corredor da pista, ali, na hora de largar? O rumo dessa discussão parte para uma questão comportamental…

E você, tem corrido mesmo com dor?

Postado por: Carolina Cagno
01
qui

Se alguém estiver procurando um estímulo para começar ou não desanimar da corrida, eu tenho uma resposta na ponta da língua: faça uma prova de rua. Pelo menos, essa estratégia funciona para mim e volto mega empolgada para os treinos depois de uma competição. Com vocês também é assim?

Eu juro que a experiência vale por vários dias de treinamento, principalmente, porque a gente costuma correr mais rápido ou até ultrapassar a quilometragem que conseguimos completar num treino normal. Se você acha que ainda não está preparada para o desafio, tente ir até a largada de uma prova só para prestigiar os atletas. Duvido não bater AQUELA vontade de calçar os tênis! A partir daí é só definir sua meta.

Saiba a quilometragem que você precisa atingir no treino para participar pela primeira vez de uma prova de…

- 5 km: corra, pelo menos, 4 km no treino
- 10 km: corra, pelo menos, 8 km no treino
- 21 km: corra, pelo menos, 18 km no treino
– 42 km: corra, pelo menos, 30 km no treino

Postado por: Carolina Cagno
24
qui

A vida toda ouvi falar que exercícios fazem bem à saúde – até que, no ano passado, um médico me revelou que correr envelhece e, pior, faz tudo cair de acordo com a ação da gravidade (o bumbum, os peitos e até o rosto). Mas muita calma nessa hora!

Vamos acabar com o mal entendido: correr não faz mal à saúde, mas exagerar na corrida (leia-se: fazer maratonas todos os anos) aumenta a produção de radicais livres, os responsáveis pelo envelhecimento. O fato é que, durante a atividade física, precisamos de uma quantidade maior de oxigênio e esse gás pode ficar acumulado no nosso organismo, causando prejuízos.  Mas existe um fator de compensação (ufa!): as pessoas que praticam atividades físicas produzem mais substâncias antioxidantes em repouso.

Ficamos no empate, certo? Não se levarmos em conta que quando a gente corre, normalmente tem hábitos saudáveis, como dormir cedo e manter uma dieta balanceada… – o que ajuda ainda mais a reverter o prejuízo.

Enfim, a minha humilde conclusão é que todos envelhecem, mas os corredores envelhecem com mais saúde. Vocês concordam comigo?

Postado por: Carolina Cagno
23
qua

A cor das camisetas das provas de rua é sempre uma surpresa à parte. Logo que retiro o kit, dou uma olhada na blusa para elaborar meu look no dia seguinte – será que sou a única? Geralmente, deixo minha roupa separada na noite anterior para não correr o risco de atrasar para a largada, mas, esse final de semana, corri uma prova à noite (a Fila Night Run) e mesmo assim fiz questão de separar um tempinho para escolher qual o shorts e até o tênis que combinavam melhor com a blusa azul escura. Fiquei na dúvida desses três shorts da foto, mas acabei correndo com o rosa e o look ficou tipo “color blocking†– uma tendência da moda atualmente. Vocês gostaram ou acham que eu deveria ter escolhido outra opção? Estou meio “noiada†em combinar a roupa até nas provas de rua?

ps. não tirei a foto no corpo porque a blusa era enoooorme (até cobria o shorts)

Postado por: Carolina Cagno
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