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Efeito platô: quando o ponteiro emperra

Descubra armas poderosas para combater o efeito platô, o maior vilão de todas as dietas, e continuar a emagrecer.

Por Carlos Amoedo

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Efeito platô

Chega uma hora em que todos os esforços para emagrecer são em vão. É nesse momento que a luta contra os quilinhos indesejáveis se torna mais acirrada. Conheça duas armas infalíveis para combater o efeito platô, o maior vilão de todas as dietas. E também truques espertos, que vão ajudar nessa guerra

Preparada para a luta? Na guerra contra a gordura teimosa (e tão valente quanto você), não vai ter moleza. O inimigo é tinhoso e poderoso. A tentação da cervejinha do sábado? A indisposição de sair de casa e encarar a academia em uma noite fria? Não! O grande vilão na luta para perder peso é o seu próprio corpo. Às vezes, ele faz de tudo para dificultar seu sucesso. E, quando você estiver próxima de vencer a batalha, o danado pode sacar sua mais potente arma: o efeito platô.

Por mais que você siga todas as regras para emagrecer, testadas e aprovadas pela ciência, em um determinado momento seu peso pode se estabilizar. Não adianta diminuir ainda mais o prato pois seu organismo aprendeu a viver bem com as calorias fornecidas no período da dieta e armazenou gordura suficiente para mantê-lo funcionando. Também não vale malhar em dobro. "Os estudos mostram que o platô pode acontecer em vários momentos durante o processo de emagrecimento", diz Márcio Mancini, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para os Estudos da Obesidade.

A saída para enfrentar cada episódio é criar uma estratégia diferente a fim de ludibriar o organismo. Nessa luta, vale jogar com algumas armas, combinadas ou não, como dieta, exercício e até medicamentos na tentativa de vencer a resistência do corpo ao emagrecimento. Por isso, é necessário que o processo seja bem orientado por um especialista.

Uma das causas do problema é a genética implacável que nos programou para enfrentar a fome. O lado bom da história é que você nunca corre o risco de cair dura logo de cara, caso fique perdida em uma ilha deserta, sem nada para comer. "Ao longo da história, houve mais falta do que abundância de alimentos. Assim, nosso organismo aprendeu a estocar gordura ao perceber que a oferta de calorias é escassa", diz Thiago Volpi, clínico-geral e nutrólogo de São Paulo.

 
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