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É óleo, mas emagrece

Os óleos funcionais estão em alta. Isso é ótimo! Consumidos na medida certa, dão uma boa força na perda de peso. Também protegem o coração e amenizam os sintomas da TPM, além de deixar a pele mais bonita!

Por Eliane Contreras

oleo

Por que ajuda a emagrecer?

Óleo é gordura. E gordura é megacalórica (tem 9 calorias em 1 grama). Portanto engorda, certo? Nem sempre! Os óleos funcionais, provenientes de sementes e de frutas oleaginosas (linhaça, gergelim, castanha-do-pará, macadâmia e amêndoa), facilitam a perda de peso. Mas, antes de achar que essa notícia é loucura, vamos aos dados científicos. Um estudo realizado pela Universidade de Navarra, na Espanha, mostrou que, por conter ômegas 3, 6 e 9, os óleos funcionais são anti-inflamatórios - ação que ajuda a regular os hormônios. Na prática, o que você sente: ciclo menstrual equilibrado, TPM mais suave, menos inchaço e menor propensão em acumular gordura na barriga (yes!).

Outra vantagem é a gordura insaturada, considerada nobre e em evidência nesses óleos. "Esse tipo de gordura dá aos óleos o poder de promover uma faxina nas artérias, além de manter o colesterol ruim em baixa e o bom em alta", explica Lucyanna Kalluf, nutricionista e farmacêutica do Instituto de Prevenção Personalizada, em São Paulo. Conclusão: o coração também fica protegido.

E os óleos de milho, soja e canola? Assim como os de sementes e de frutas oleaginosas, eles são fonte de gordura boa e, portanto, ótimas opções para uso culinário. Mas atenção: não têm as mesmas propriedades terapêuticas. O óleo de coco é exceção. "É um óleo com ação termogênica, ou seja, capaz de acelerar a queima de gordura", diz Lucyanna.

Quer mais um motivo para apostar nesses produtos? Funcionam como um tratamento de beleza. Ricos em vitamina E, um poderoso antioxidante, combatem os radicais livres - inimigos da pele lisa e iluminada. Ok, você vai estranhar o preço. Eles custam até três vezes mais que um óleo comum. Mas pequenas doses já garantem os benefícios e dão um sabor acentuado na comida. Agora conheça melhor o perfil dos óleos funcionais e saiba a dose certa para obter o melhor de cada um deles.

Máximo de benefícios

Acertar na quantidade é regra básica para que você transforme os óleos funcionais em aliados da dieta. Mas há outro detalhe importante: nunca aquecê-los. "Prensados a frio, eles preservam as propriedades terapêuticas. Mas isso muda quando submetidos ao calor. As substâncias boas, por exemplo, viram acroleína - um componente tóxico com potencial cancerígeno", explica Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Verde, de São Paulo. Também procure adotar dois ou três tipos de óleo para alternar o uso semanalmente.

Em cápsula

Alguns óleos são considerados fitoterápicos, ou seja, funcionam como um medicamento natural. Por isso, são comercializados em cápsulas e vendidos em farmácias, como os óleos de prímula e borragem. São duas opções com ácido graxo essencial gama-linolênico (GLA), substância capaz de regular os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona, aliviando a dor de cabeça e a irritação típicas da TPM . "O GLA também tem ação adistringente, ajudando a eliminar as toxinas e reduzir o  inchaço", afirma a nutricionista Lucyanna. É contraindicado apenas para quem tem epilepsia. Mas,  por ser um fitoterápico, o ideal é que a recomendação de uso seja feita por um médico ou  nutricionista.

No mercado

Os óleos funcionais são facilmente encontrados em supermercados e lojas de produtos naturais:

Coco, Copra. Pote (200 ml), 15 reais.
Linhaça dourada, Lino Oil. Garrafinha (250 ml), 16 reais.
Gergelim, Pazze. Garrafinha (250 ml), 22,80 reais.
Girassol, Giroil. Garrafinha (250 ml), 23 reais.
Macadâmia, Pazze. Garrafinha (250 ml), 30 reais.
Castanha-do-pará, Vital Âtman. Garrafina (250 ml), 62,90 reais.
Amêndoa doce, Vital Âtman. Garrafinha (250 ml), 65 reais.

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