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"Descobri o prazer de malhar e emagreci 24 kg"

Juliana Daud se apaixonou pelos exercícios e ambiente da academia
e perdeu 24 kg em dez meses

Por Marcia Di Domenico
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Juliana Daud Caio Mello Idade: 39 anos | Altura: 1,66 metro | Peso: 67 quilos | Conquista: emagreceu 24 quilos em dez meses

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Meus hábitos errados – extrapolava nos doces, beliscava o dia inteiro, não levava a malhação a sério – me fizeram chegar aos 110 quilos aos 18 anos. Era superansiosa e, claro, descontava na comida. Nessa época, fiquei seis meses em um spa e, com uma dieta de 600 calorias por dia mais ginástica, emagreci 35 quilos. De volta à minha rotina, recuperei tudo em um ano e comecei a tomar remédio para emagrecer. Entrei em uma longa fase de engorda e emagrece. Há três anos e meio resolvi procurar um médico. Pesava 91 quilos e tudo estava ruim: me sentia feia, sem pique e não tinha ânimo para trabalhar – nem fôlego, já que sou cantora lírica e o sobrepeso me atrapalhava.

Meu médico era triatleta e me desafiou a mudar de vida. Gostei da ideia e não queria desapontá-lo, então comecei a fazer dieta e caminhar na rua imediatamente. Passei os três primeiros meses no maior mau humor, quando praticamente me isolei do mundo para não correr o risco de cair em tentação. Funcionou: sequei 12 quilos, que serviram de estímulo para eu ir adiante. Tomei coragem e me matriculei na academia. Comecei a pedalar e a correr e me apaixonei – pelos exercícios e pelo ambiente. Como sou bem determinada e competitiva, não queria parar na metade da aula nem correr menos do que o rapaz da esteira ao lado. Fora que conhecer gente que passou pelas mesmas dificuldades que eu e vê-las se cuidando era uma motivação e tanto. Assim, fui me superando, deixando a gordura para trás e ganhando músculo. Em sete meses, cheguei aos 67 quilos, que mantenho até hoje. Agora malho duas horas por dia: uma de exercício aeróbico e outra de ioga. Além de mudar meu corpo, aprendi a gostar de mim e também passei a cantar melhor. Percebi que havia vencido minha batalha pessoal quando minha irmã faleceu, no ano passado. Em vez de compensar a tristeza comendo, como faria antes, enfrentei tudo sem perder o equilíbrio nem sair da linha.

Prato benfeito

Julianne segue duas regras na hora de montar as refeições em casa ou no restaurante: capricha na salada e complementa com um carboidrato integral e uma proteína, que pode vir de carnes magras, soja ou quinua. E se serve de porções pequenas. “Prefiro comer pouco, várias vezes ao dia, e nunca pulo refeições”, fala.

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