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"Emagreci 75kg sem redução de estômago"

Em um ano e meio, Kelly eliminou mais da metade de seu peso

por Marjorie Umeda
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Kelly Bertaco Depois: 75 kg a menos

Ela precisou chegar aos 140 quilos para decidir mudar de vida e recuperar as medidas que tinha antes de casar. Sozinha, colocou em prática tudo o que sempre soube: reduziu as porções no prato, substituiu fritura por verdura e deixou o doce para momentos de festa. Em um ano e meio, alcançou o corpo dos sonhos. Inspire-se nessa história e vá à luta você também!

Antes: acomodada


“Tinha 140 quilos, usava manequim 58 e – acredite – não me achava gorda! Na verdade, me enganava e, sem perceber, mentia para mim mesma. Olhava para o ponteiro da balança e pensava: tenho ossos largos e fortes, sou uma mulher alta e grande, é por isso que estou tão pesada. Estava obesa e não me dava conta. Fiquei quatro anos assim.”

Casamento + gravidez = 40 quilos


“Quando casei, pesava 70 quilos. Em três meses, engordei 10. O casamento mexeu demais com a minha estabilidade emocional. De repente, saí da tranquilidade da casa dos meus pais e me vi sozinha com várias responsabilidades, precisando cuidar de um lar e um marido. Fiquei angustiada, comecei a comer demais. Antes de completar um ano de casada, engravidei. Aí exagerei nas refeições e dormi além da conta. Resultado: ganhei 30 quilos!”

Quatro pastéis antes do almoço


“Nem preciso dizer que não emagreci quase nada depois da gestação. Pelo contrário, continuei engordando. Às terças, havia feira livre na porta da minha casa. Comia quatro pastéis antes de almoçar. Era um ritual sagrado. E quem disse que isso tirava o meu apetite na hora da refeição...”

Sobremesas de todos os tipos


“Do mesmo jeito que abusava de salgado, extrapolava no doce. Quando sentia vontade de comer chocolate, não pegava um bombonzinho, atacava a caixa inteira. Em casa, sempre tinha bolo, pudim, sorvete, musse... Adorava ter opções de guloseimas na geladeira. Além disso, era cliente assídua da padaria. Toda tarde passava e comprava diversos pãezinhos doces. Devorava todos, não sobrava um sequer para contar a história.”

Milagre não existe!


“Rejeitava a ideia de fazer dieta ou qualquer outro esforço para perder peso. Vira e mexe aparecia uma amiga indicando um desses médicos que receitam fórmulas especiais. Fiz algumas tentativas, com remédios diferentes. No primeiro mês, até que perdia uns quilinhos, mas em pouco tempo recuperava tudo e engordava mais um pouco. Não deu certo.”

O dia em que me vi obesa


“Meu filho tinha 3 anos e engravidei novamente. Foi aí que alcancei meu peso máximo. Bati nos 140 quilos. Quando o bebê havia acabado de completar 1 mês, olhei no espelho e vi o que relutava em enxergar: uma mulher muito, muito acima do peso. Busquei alguma referência daquela Kelly bonita de antes do casamento e não encontrei. Entrei em desespero. Fiquei triste e magoada por ter passado tantos anos sem perceber isso. Por que será que nenhuma amiga me pegou pelo braço e mostrou para mim que eu estava horrorosa e gigante? Por outro lado, se alguém tivesse falado, será que eu teria escutado?”

Fotos Caio Mello

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