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"Emagreci fazendo ginástica em casa"

Fernanda encarou a realidade e perdeu 13 quilos

Por Marjorie Umeda
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Fernanda Ferrari depois de emagrecer Depois: ginástica em casa garantiu um corpo novo à Fernanda

Comecei a engordar no final da adolescência. Parei de jogar vôlei, andar de bicicleta e passava a tarde inteira em frente à televisão, comendo salgadinho de pacote. Também abusava do refrigerante, tomava mais de 2 litros por dia, e olha que não era diet. A cada mês que passava, precisava de roupas maiores. Um dia, coloquei um vestido de malha bem larguinho. Imagine que todo mundo da minha cidade começou a dizer que eu estava grávida. Fiquei muito chateada. Depois desse episódio, decidi encarar a realidade. Subi na balança – o ponteiro marcou 76 quilos. Tomei um susto. Como sou alta, estar acima do peso fazia com que me sentisse enorme. Resolvi que não podia continuar assim. Precisei pedir dinheiro para o meu pai e ir ao endocrinologista escondida da minha mãe, porque na opinião dela eu estava ótima e não precisava emagrecer: ela me achava forte e saudável. Mas o que eu queria era uma barriga sequinha. O médico me encaminhou à nutricionista, que sugeriu uma mudança radical nos meus hábitos alimentares. Nada de salgadinho, muito menos refrigerante. Eu deveria comer de três em três horas e porções pequenas. No lugar da fritura, grelhado. Para complementar, incluí atividade física na minha rotina. Não tinha coragem nem ânimo para encarar uma academia porque me achava feia. Então, comprei caneleiras e pesinhos e comecei a fazer os exercícios da BOA FORMA. Além disso, colocava um CD da Madonna, ia para o meu quarto e dançava por uma hora e meia na frente do espelho. Só depois de seis meses nesse pique, quando já tinha perdido 8 quilos, me matriculei em uma academia. Mantenho o meu peso há dez anos. Continuo malhando e comendo direitinho. Gosto de massa, não vou negar, mas como salada muito mais vezes e em maior quantidade do que o meu querido macarrão. Ficar magra tem um preço e vale a pena pagar por ele.

Dica da Fernanda


“Os primeiros 15 dias foram os mais difíceis. Tinha uma fome brutal. Meu estômago roncava alto, eu não tirava os olhos do relógio para saber quando poderia comer novamente. Porém, passada as duas semanas de adaptação, meu organismo se acostumou com a minha nova alimentação e com o ritmo das refeições. Por isso, se está difícil no começo, resista, em pouco tempo a fome diminui e você começará a colher os resultados.”

Produção: Vanessa de Castro. Cabelo e maquiagem: Edu Lopes. Top e slip Mulata Brasil. Extensor Cepall.

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