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Christine Fernandes

A atriz faz questão de dizer que, para conquistar o corpo dos sonhos, é preciso muita disciplina

Por Carolina Daher
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Christine Fernandes Foto Nana Moraes

No pain, no gain. A tradução é: sem esforço não há recompensa. Nascida em Chicago, nos Estados Unidos, Christine Fernandes sabe que essa regra vale em qualquer língua. Linda na pele da personagem Rita de A Favorita, da Rede Globo, a atriz exibe uma forma invejável. Aos 40 anos, os músculos definidérrimos e a barriga desenhada derrubam qualquer mito que a idade é empecilho para ter o corpo dos sonhos.

“Não acredito na ditadura dos anos. Creio, sim, que nada vem de graça”, diz, com a segurança de quem realmente se empenha para exibir 51 quilos em 1,70 metro. Chris, como é chamada pelos amigos, não faz tipo nem atribui seus dotes físicos à graça divina. Muito pelo contrário. Assume, com orgulho, que cada curva foi conquistada com muito suor. Literalmente. “É preciso batalhar pelas coisas que queremos. Acredito que força de vontade conta mais do que genética”, diz ela, que malha pelo menos seis dias na semana.

Em sua rotina de exercícios, há aulas de muay thai (boxe tailandês), corrida, bicicleta e musculação. São 500 abdominais de uma tacada só. “Não existe milagre. Para ter um corpo bonito, é preciso malhar”, conta, rindo. “É claro que dá preguiça! Tem dias que quero ficar em casa assistindo um filme e comendo pipoca. Posso até fazer isso de vez em quando, mas, se virar rotina, o preço será alto.”

“Carioca da gema”


Filha de pais brasileiros, a atriz veio morar no Rio de Janeiro aos 3 anos e logo se adaptou ao estilo de vida carioca. Fez da praia seu quintal. Até hoje, nas noites quentes, arma sua rede nas areias de Ipanema e encara partidas animadas de voleibol, um esporte que ela domina – foi atleta federada dos 13 aos 19 anos.

Christine virou modelo quase por acaso. Um dia foi convidada para um desfile, em seguida para outro... Em três meses estava no Japão. Rodou o mundo trabalhando. Conheceu “culturas extraordinárias” – como costuma afirmar –, mas, na hora de fincar raízes, voltou para o Brasil. “Sabia que a carreira de modelo era temporária, mas aproveitei tudo o que ela pôde me dar”, diz, lembrando que só depois que começou a frequentar os estúdios fotográficos é que se deu conta de que não tinha um único batom.

Sempre foi mais moleque que menina. No lugar de boneca, bola. Em vez de lacinho, carrinho de rolimã. As marcas das estripulias permanecem em seus joelhos até hoje. “Uma das coisas que amo fazer é jogar futebol com o Pedro”, revela a atriz, referindo-se ao seu único filho, de 5 anos, com o também ator Floriano Peixoto.

Novos rumos


Em 1994, viu mais uma vez a vida dar uma guinada. Depois de um teste para a Oficina de Atores da Globo, foi escalada para a sua primeira aparição na TV, numa participação na novela Quatro por Quatro. Não parou mais. De lá para cá foram oito novelas, duas minisséries e sete filmes. “Um ator nunca acha que tem uma carreira consolidada, está sempre à espera do próximo personagem incrível. Eu me sinto assim também com relação à vida. Estou sempre em construção”, diz.

Linda, segura e elegante, Christine segue trilhando, ou melhor, correndo pelos caminhos certos. “Envelhecer faz parte da vida. Estou preparando meu corpo para isso, para chegar aos 70 com muita saúde.” E daqui a uns dez anos, como se vê? Seus olhos verdes ficam ainda mais brilhantes, abre um sorriso de quem sabe das coisas e responde sem pestanejar: “Quero ser a Madonna! Além de um corpaço, ela tem um vigor, uma intensidade que acho o máximo. A gente está na vida para romper barreiras, e ela faz isso lindamente”.

Gravidez sem culpa


Faltando duas semanas para o Pedro nascer, Christine decidiu que não subiria mais na balança. Até ali, os ponteiros indicavam que ela tinha ganhado 22 quilos. “Minha maior perdição é sorvete. E eu me atracava com um pote de 2 litros e só soltava quando ele estava vazio”, lembra. Na época da amamentação, para não ficar longe de casa e do bebê, comprou uma bicicleta ergométrica e voltou a se exercitar aos poucos. Em um ano, estava de volta ao peso e às medidas de antes.

Melhor agora


Nada mais gostoso do que encarar uma minissaia ou um decotão aos 40. Mas para Christine a qualidade de vida interfere diretamente na sua aparência. “Estou melhor agora do que aos 20. Hoje não tenho mais aquela ansiedade e sei priorizar o que realmente é importante em todas as áreas da minha vida. É uma delícia fazer o dever de casa com o Pedro, passar uma noite namorando meu marido ou ler um livro. Esses prazeres fazem com que eu acorde no outro dia cheia de disposição, feliz e super a fim de malhar”. Inspire-se nela!

Fotos Nana Moraes

 
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