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O sedentarismo pode agravar significativamente os sintomas do lipedema, pois favorece a piora da circulação sanguínea e linfática nos membros afetados.
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A falta de movimento reduz a ação da chamada “bomba muscular”, especialmente das pernas, que ajuda no retorno venoso e na drenagem dos líquidos dos tecidos.
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Como consequência, o sedentarismo pode desencadear aumento do inchaço, da sensação de peso, da dor e do desconforto.
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O sedentarismo também contribui para o ganho de peso e para processos inflamatórios crônicos, fatores que podem intensificar a progressão da doença.
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A prática regular de exercícios físicos é considerada uma das principais estratégias no tratamento conservador do lipedema.
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Embora o exercício não elimine o tecido característico do lipedema, ele desempenha papel fundamental no controle dos sintomas e na melhora da funcionalidade e da qualidade de vida.
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Dr Guilherme Jonas (@drguilhermejonas), médico angiologista e cirurgião vascular