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Como medir sua evolução além da carga

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A carga não aumentou nas últimas semanas? Antes de pensar que você parou de evoluir, vale olhar para como o seu treino mudou, e não apenas para os quilos levantados.

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Se antes eram 8 repetições e agora você consegue fazer 12 com a mesma carga e boa técnica, isso também é evolução.

Você faz mais com o mesmo peso?

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Um estudo publicado em 2022, comparou aumentar a carga ou aumentar as repetições. As duas estratégias produziram ganhos semelhantes de hipertrofia.

E há ciência por trás disso

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A evolução também pode aparecer na execução. Maior amplitude, mais estabilidade e menos impulso indicam que você ganhou controle sobre o movimento.

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Pense naquele exercício que antes exigia balanço ou parecia difícil de controlar. Conseguir executar a subida e a descida de maneira mais controlada, mesmo com a mesma carga, também mostra progresso.

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Se você consegue realizar o mesmo volume e manter a qualidade descansando menos, aumentou a densidade do treino. Ou seja: fez a mesma quantidade de trabalho em menos tempo.

E o descanso entre as séries?

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Outro sinal pode ser perceber que uma sessão que antes acabava com você agora parece mais administrável. Manter melhor o desempenho entre as séries e se recuperar mais rápido também indicam adaptação ao treino.

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Fotos feitas em condições semelhantes, mudanças no caimento das roupas, disposição no dia a dia e recuperação após os treinos também podem ajudar a acompanhar os resultados.

A evolução continua fora da academia

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A carga continua sendo uma referência importante, mas está longe de ser a única. Repetições, técnica, amplitude, recuperação e desempenho também contam a história da sua evolução.

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