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No último domingo (21), aconteceu em São Paulo o IROMANN 70.3.
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Os atletas enfrentaram, debaixo de muita chuva, 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida em sequência.
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Uma jornada que exige muita preparação, horas de esforço contínuo e coloca à prova os limites físicos e mentais de cada participante.
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Após cruzar a linha de chegada, o atleta costuma enfrentar um cenário de exaustão profunda.
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O organismo sai da prova com grande desgaste muscular, perda importante de líquidos e sais minerais, queda nas reservas energéticas e um processo inflamatório provocado pelas microlesões naturais do esforço prolongado.
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O corpo passa horas operando em um estado de estresse físico muito elevado. Existe um consumo energético extremo e uma sobrecarga muscular significativa.
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Nos dias seguintes, é natural que o atleta apresente dores musculares, fadiga intensa e necessidade maior de recuperação.
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Durante a competição, o sistema cardiovascular também trabalha de forma intensa para sustentar o desempenho do atleta.
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A frequência cardíaca permanece elevada por longos períodos, enquanto o organismo tenta equilibrar temperatura corporal, hidratação e produção de energia em condições de desgaste contínuo.
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A recuperação é parte essencial da prova. Hidratação, alimentação adequada, sono e redução da carga de treino são fundamentais para que o organismo consiga se regenerar corretamente após um esforço dessa magnitude
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Dr. Leandro Gregorut, médico responsável pelas provas do IRONMAN Brasil.