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Boa Forma Experimenta: Aula de golfe

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Na hora de escolher uma atividade física, a gente pensa em academia, corrida, futebol, Pilates. Golfe? Nem entra na lista. O esporte, muitas vezes, é associado a um público de elite, a clubes fechados e a equipamentos caros.

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Tanto que, em um país com mais de 200 milhões de habitantes, a Confederação Brasileira de Golfe estima cerca de 20 mil praticantes regulares e 117 campos.

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Para entender o que está por trás dessa modalidade que parece tão “misteriosa”, a Boa Forma participou de uma aula para iniciantes.

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O Natureza Eco Lodge, em Vargem Alta, no Espírito Santo, que fica integrado à Reserva Águia Branca, unidade de conservação ambiental cercada por lago e muito verde.

O cenário da nossa experiência

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Entre as montanhas capixabas, a jornalista Juliany Rodrigues aprendeu o básico do esporte e descobriu, no corpo, que ele pede mais do que parece. Vem ver como foi!

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Quem olha de fora até pode achar que “ah, o golfe é só bater na bolinha com força que ela vai longe”. Mas a verdade é que o esporte demanda muito mais do que a gente costuma imaginar.

Não, golfe não é só bater na bolinha

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Desde a escolha do taco certo até o posicionamento do corpo, cada detalhe conta - por isso, é necessário visão estratégica, concentração, planejamento e capacidade de tomada de decisões.

Cada detalhe conta

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O swing - principal gesto técnico do golfe - parece simples, mas é uma sequência coordenada que envolve o corpo todo. Para executá-lo, o quadril, o tronco, os ombros e os braços trabalham em sintonia.

Swing é desafiador

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Quando você não recorre aos famosos carrinhos de golfe, a caminhada pelo campo funciona como um aeróbico de baixo impacto, que pode favorecer o gasto energético e estímulo da parte cardiovascular

Estímulo aeróbico

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A mente também participa da partida, e precisa estar ali por inteiro Pensamentos agitados demais podem atrapalhar o olhar e o foco como um todo. A tacada acontece sem pressa, e qualquer distração pode interferir no resultado.

O papel da parte mental

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"Quando você entra no campo, o ideal é deixar o que está fora lá fora e focar só no que está ocorrendo na partida", comenta Rodrigo de Paula, professor de golfe no Natureza Eco Lodge

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O corpo cobrou, e as dores musculares surgiram, principalmente nos membros superiores e no abdômen. Faz sentido: a cada rotação, essas regiões atuam juntas para gerar potência e, ao mesmo tempo, manter a estabilidade.

O dia seguinte à aula

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De longe, o golfe parece um programa “tranquilo”, daqueles em que a gente anda devagar, bate na bola e conversa. Contudo, uma hora de aula bastou para provar o contrário.

Tranquilo? Nem tanto

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