Esta mulher paralisada está enfrentando o seu maior obstáculo – é inspirador!

A americana Stacey Kozel não deixou nenhum problema atrapalhar seu sonho de caminhar pela Trilha dos Apalaches, nos Estados Unidos - nem mesmo sua paralisia. Conheça essa história e inspire-se!

O que você diria se uma mulher paralisada te contasse que deseja caminhar mais de 2 mil milhas, algo em torno de 3.219 km, para realizar o seu maior sonho? Stacey Kozel está fazendo o que muitos consideram impossível. Há dois anos, ela deixou de sentir as pernas e, de uma hora para a outra, todo seu corpo ficou paralisado. O sintoma era uma complicação do lúpus, doença com a qual ela já luta há dez anos.

“Tudo o que eu podia fazer era mover meu braço esquerdo um pouco, mas não conseguia fazer os movimentos de rotação”, disse em entrevista ao site Pop Sugar. Seus médicos disseram que ela nunca mais seria capaz de andar. Muito menos caminhar pela trilha dos Apalaches, que percorre os Estados de Geórgia e Maine. Detalhe: apenas 1 em cada 4 caminhantes realmente completa o caminho inteiro. Agora, ela está provando que todos estavam errados.

“Depois de ficar um tempo no hospital, eu me toquei que a vida é muito curta”. Contudo, ela acredita que vai demorar um pouco mais para terminar o trajeto do que as outras pessoas. Mas, Stacey está determinada a realizar esse desafio. Um passo de cada vez.

Primeiro, ela teve que aumentar a força dos membros superiores como braços e ombros e também fortalecer seu core, com a ajuda de médicos. A grande mudança, porém, veio quando ela foi apresentada à uma prótese computadorizada chamada de C-braces, que custa, em média, 75 mil dólares.

O aparelho é responsável por dizer ao joelho quando eles devem se dobrar e esticar. Assim, ela consegue caminhar mesmo com a sua paralisia. O que facilitou, em partes, a sua ambiciosa jornada. Em uma entrevista à Lupus Foundation of América, Stacey revelou que um dos momentos mais difíceis da trilha foi quando pegou uma tempestade no topo da montanha. Como as próteses não podem entrar em contato com a água, ela passou dois dias dentro de sua cabana, com a bateria quase acabando.

“Eu não contei para ninguém sobre essas noites loucas que tive. Então, eles não sabiam em qual parte da trilha eu estava ou o quão longe estava da rota traçada para carregar minhas pernas mecânicas”, disse. A sorte foi que ela encontrou um casal que mostrou o caminho mais curto até o posto de abastecimento. E deram um conselho que ela nunca vai esquecer: a trilha fornece o que você precisa. Ela acredita que é exatamente essa atitude que faz com que ela ultrapassasse os desafios mais complicados do seu caminho.

Stacey ainda não terminou a sua jornada, mas a ideia é compartilhar a história com cada pessoa que encontrar pelo caminho para inspirar quem deseja enfrentar seus medos e nunca desistir dos sonhos. 

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