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Aos 40, 50 e 60: o que muda na forma correta de treinar?

O corpo não envelhece da mesma forma em todas as décadas, e o treino também não deveria permanecer igual para sempre.

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Depois dos 40, força, recuperação, mobilidade e estabilidade começam a ganhar um papel muito mais importante do que simplesmente performance ou estética.

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Isso não significa treinar menos, mas entender que o corpo passa a responder de forma diferente aos estímulos.

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Nessa fase, a perda de massa muscular começa a ficar mais perceptível, principalmente em pessoas sedentárias.

Aos 40: o corpo  começa a  cobrar recuperação

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Além disso, alterações hormonais graduais podem tornar o ganho de massa mais lento e a recuperação mais demorada.

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Por isso, o treino de força passa a ser ainda mais importante.

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A partir dos 50, o impacto hormonal tende a ficar mais evidente, especialmente após a menopausa nas mulheres.

Aos 50: força e proteção óssea entram no centro do treino

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Uma revisão publicada no Journal of Bone and Mineral Research mostrou que o treino de força ajuda diretamente na preservação da densidade mineral óssea ao longo  do envelhecimento.

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Depois dos 60, o treino deixa de ter foco apenas estético e passa a influenciar diretamente independência e  qualidade de vida.

Aos 60: o objetivo principal vira autonomia

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Força, equilíbrio e coordenação motora se tornam essenciais para reduzir risco de quedas e preservar autonomia funcional.

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