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Atividade física e enxaqueca: quando o exercício trata a dor e quando pode  virar gatilho

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O exercício físico ajuda a diminuir a enxaqueca, mas existem alguns pontos importantes a serem avaliados.

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Porém, a realidade é que a balança demora a responder, o inchaço aparece sem aviso, a fome varia ao longo do mês e o esforço parece nunca ser proporcional ao resultado.

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“Porém, quando o paciente está com dor moderada e com a doença crônica, o exercício pode passar a ser um gatilho e o paciente muitas vezes precisa tomar remédio para fazer atividade física.”

Dr. Tiago de Paula,  médico neurologista especialista em Cefaleia pela Escola Paulista de Medicina

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Com o tratamento adequado para a enxaqueca nesses pacientes, o exercício é liberado de forma progressiva e será sempre útil para auxiliar no tratamento da enxaqueca

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A literatura científica reforça essa visão de que treinos aeróbicos moderados, realizados com regularidade, reduzem a frequência e a intensidade das crises.

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Mas a atividade física não é um tratamento isolado para a enxaqueca.

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“A doença precisa ser diagnosticada e tratada por um neurologista que entenda a condição.”

Dr. Tiago de Paula,  médico neurologista especialista em Cefaleia pela Escola Paulista de Medicina

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Com o tratamento correto e planos de treino ajustados, a atividade física deixa de ser uma ameaça e volta a ser um recurso terapêutico potente.

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