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A água de piscina tratada com cloro, embora essencial para a prevenção de infecções, pode causar uma série de efeitos adversos à pele, especialmente em nadadores frequentes.
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O cloro é um agente oxidante que altera a barreira cutânea, promovendo ressecamento e desidratação da pele.
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o contato repetido com a água clorada pode levar ao surgimento de irritações, coceira, descamação e até mesmo hipersensibilidade cutânea em indivíduos predispostos.
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A proteção da pele deve começar antes da exposição à água clorada.
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Recomenda-se aplicar um creme barreira ou hidratante oclusivo — preferencialmente com ingredientes como ceramidas, glicerina ou petrolato — cerca de 15 a 30 minutos antes do mergulho.
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Após sair da piscina, é fundamental tomar uma ducha com água doce e sabonete suave, de pH fisiológico, para remover os resíduos de cloro.
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Em seguida, deve-se realizar hidratação imediata com cremes emolientes, idealmente contendo ativos restauradores da barreira cutânea.
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Em casos de maior sensibilidade, o uso de loções calmantes com niacinamida ou alantoína pode ser benéfico.
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Dr. Lucas Miranda médico dermatologista.