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Movimentos como snatch e clean and jerk exigem técnica avançada e equipamentos específicos.
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Na musculação, parte dos estímulos pode ser reproduzida por exercícios como levantamento terra, remada alta e desenvolvimento militar com halteres.
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Esses exercícios trabalham potência, coordenação e força de grandes grupos musculares de forma mais acessível para a maioria dos praticantes.
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Exercícios como pull-ups e muscle-ups exigem força considerável de costas, braços e ombros.
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Para desenvolver essas capacidades na academia, vale investir em barra fixa, puxada frontal no pulley e diferentes variações de remada.
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Além de fortalecer a musculatura necessária para esses movimentos, essas adaptações permitem controlar melhor a carga e a evolução do treino.
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O thruster é um dos exercícios mais populares dos WODs e combina agachamento com desenvolvimento acima da cabeça.
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Na musculação, ele pode ser executado facilmente com dois halteres.
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O movimento continua exigindo coordenação, potência e trabalho simultâneo de pernas, ombros e core.
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Parte da intensidade do CrossFit vem da combinação entre exercícios de força e cardio.
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Para reproduzir esse estímulo na academia, é possível incluir burpees, remo ergométrico ou pequenos circuitos com exercícios multiarticulares realizados em sequência.
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A proposta é manter a frequência cardíaca elevada e reduzir os períodos de descanso.
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Uma das principais características do CrossFit não está apenas nos exercícios, mas também na estrutura do treino.
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Na musculação, é possível reproduzir parte dessa dinâmica utilizando métodos como EMOM (Every Minute on the Minute) ou circuitos com três ou quatro exercícios realizados em sequência antes do descanso.
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Essa estratégia aumenta a intensidade da sessão e torna o treino mais dinâmico.