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A gordura abdominal, principalmente a gordura visceral, está associada ao aumento do risco de diversas doenças metabólicas e cardiovasculares.
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O excesso de gordura abdominal pode estar relacionado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e alterações no colesterol.
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Um dos indicadores utilizados para avaliar esse risco é a circunferência abdominal. Em homens, medidas acima de 94 cm já indicam risco aumentado.
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Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, sono adequado e controle do estresse são fatores importantes para melhorar o metabolismo e contribuir para a diminuição da gordura corporal.
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Quando há maior dificuldade de resposta apenas com mudanças de hábito, procedimentos não cirúrgicos podem ser indicados como complementos.
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Dra. Angela Helena Perretto, responsável técnica nacional da Homenz