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Quando pensamos em fisiculturismo, é comum imaginar atletas com volumes musculares extremos. Mas esse é apenas um dos perfis que existem dentro do esporte.
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Men’s Physique, Classic Physique, Bodybuilding, Bikini e Wellness são alguns exemplos. Também existem divisões por idade, como Junior e Master.
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E os critérios não são iguais. Dependendo da categoria, podem pesar mais características como volume muscular, definição, simetria e proporção.
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A preparação envolve treinamento de força e alimentação planejada ao longo do tempo. É comum alternar períodos de bulking, para ganho de massa, e cutting, para redução de gordura.
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No palco, porém, ninguém está levantando pesos. Os atletas apresentam o físico por meio de poses e são avaliados de acordo com os critérios específicos da categoria.
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Nem sempre. O potencial competitivo também é influenciado por fatores genéticos, como estrutura óssea, proporções, inserções musculares e resposta ao treinamento.
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Existem competições naturais, com regras e testes antidoping próprios. Isso é diferente de circuitos em que pode ocorrer o uso de substâncias para aumentar a performance.
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O uso de anabolizantes e práticas extremas de preparação pode trazer riscos à saúde. Um estudo recente no European Heart Journal chamou atenção para riscos cardiovasculares entre fisiculturistas competitivos.
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Então, diferentes pessoas podem começar no fisiculturismo e encontrar uma categoria compatível com seu perfil.
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Mas competir e chegar ao alto rendimento são coisas diferentes e dependem de preparação, características individuais e acompanhamento adequado.