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Você sabia que a forma como você controla o ritmo de um exercício muda completamente o estímulo muscular e a qualidade da execução?
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A velocidade da repetição realmente muda os resultados!
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Não pense apenas na carga, pois o tempo que você leva para levantar e descer o peso influencia diretamente a maneira como o músculo trabalha, a fadiga que ele acumula e até o quanto você consegue manter a postura ao longo da série.
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Na prática, a velocidade é uma variável que determina se você está realmente treinando o músculo alvo ou apenas movendo o peso para cima e para baixo sem consciência do movimento.
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A velocidade não pode ser tratada como detalhe.
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Quanto maior o movimento, mais fibras musculares são acionadas, o que gera mais resultados, principalmente quando você o executa em uma velocidade lenta.
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A lógica é simples: quando o ritmo desacelera, o músculo trabalha mais tempo, a série fica mais controlada e você consegue perceber exatamente onde está aplicando força. Isso evita compensações do tronco, trancos e perda da amplitude.
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Uma revisão publicada no Journal of Physiology mostrou que ritmos mais lentos aumentam a ativação muscular e prolongam o tempo sob tensão, dois pontos importantes para hipertrofia.
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Outro estudo, do European Journal of Applied Physiology, observou que repetições controladas ajudam no alinhamento corporal, reduzem erros e melhoram o padrão motor.
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A velocidade, portanto, não é uma escolha aleatória: ela faz parte da técnica.
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A resposta depende do objetivo do treino.
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Ritmos lentos favorecem a hipertrofia, velocidades moderadas funcionam bem para força e movimentos rápidos só fazem sentido em treinos de potência ou quando a técnica já está muito bem consolidada.