4 dicas para você se amar mais e viver melhor

Como anda a sua autoestima? É importante alimentá-la para melhorar a qualidade de vida.

Por Redação M de Mulher - Atualizado em 28 out 2016, 03h54 - Publicado em 28 jul 2014, 22h00

Foto: Thinkstock

Gisela Rao, escritora do livro “Não comi, não rezei, mas me amei” (Editora Urbana), brinca que a autoestima é como o tanque de combustível do carro. Se você não presta atenção no nível, se não abastece com carinho e atitudes positivas, ela acaba e te deixa perdida. Abaixo você encontra quatro dicas da autora para manter o tanque cheio e reconquistar sua autoconfiança: 
 

1. Repita: essa celulite também sou eu

Segundo o psicólogo americano Nathaniel Branden, um dos pilares da autoestima é a auto aceitação. E ele propõe o seguinte exercício: olhe-se no espelho, principalmente para as partes que você mais finge que não são com você, de que você não gosta. Em vez de sair correndo, escapar, rejeitar e negar, você deve continuar ali firme e forte e aceitá-las. Se quiser incrementar a coisa, repita a frase: “Sejam quais forem os meus defeitos e as minhas imperfeições, me aceito sem restrições”. Lembre-se: aceitar sua celulite não significa necessariamente gostar, significa vivenciar que o “alien” que abita o seu corpo também é você. Pare de ter vergonha de você. 
 

2. Pare com essa cara de zero a zero

Cruz-credo, tenho pavor de gente assim, que provavelmente acha a vida chocha. E se vem com esse papo para o meu lado, toma um chacoalhão. Porque não é possível achar a vida ruim com tantas possibilidades e com gente tão interessante! Se você está com cara de bola na trave, faça o favor de encontrar um objetivo já! Lembre-se: a vida não é oitavas de final e muito menos tem disputa de pênaltis. Para o alto e avante! 
 

3. Cuidado com a síndrome “Susan Boyle”

Não, não quero falar da Susan Boyle na sua melhor fase, surpreendendo o mundo com sua aparência “fora dos padrões da TV” e com a sua voz de cantora de musical da Broadway. Quero falar da Susan Boyle, que apareceu nos tabloides com baixíssima tolerância às frustações. Pelo que acompanhei na internet, Susan entrou numas de demonstrar “inconstância emocional” – vulgo chilique – quando começou a sentir sua vitória no Britain´s Got Talent ameaçada. Lidar mal com as frustrações é um obstáculo tremendo quando a agente quer aumentar a autoestima. É por isso que gosto muito de algumas filosofias que entendem que a adversidade não faz parte da vida, e, sim, é a vida. Gente, “mar manso não faz bom marinheiro”! Para quem não sabe, doze editores recusaram o livro Harry Potter – doze! E nem por isso J.K. Rowling se atirou no caldeirão. O melhor juízo para desbancar grande parte das frustações é por meio da perseverança. 
 

4. Chega de dar muita informação

Qual é a sua reação ao receber um elogio? E qual é o assunto que sempre perpassa pelo seu primeiro encontro com um bonitão? É incrível como a gente não percebe, mas dá informações negativas demais. Uma vez fui jantar com um amigo e uma amiga e a ideia era formar um casal. Ele já saiu dizendo que tinha hepatite B; ela já foi falando que teve namorados péssimos. Ai, Deus! Too much information
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