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Sexualidade Positiva

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Chris Marcello é publicitária (UAM), pós-graduada em Administração de Empresas (FAAP) e em Educação Sexual (UNISAL). Palestrante, escritora e empresária, idealizadora das marcas: ItSophie e LovePlan.

Desejo e dinheiro: como equilibrar prazer e finanças na vida moderna

Por Chris Marcello, Educadora Sexual e Empresária @itsophieoficial @loveplanoficial 11 abr 2026, 18h00 •
Desejo e dinheiro como equilibrar prazer e finanças na vida moderna
Desejo e dinheiro como equilibrar prazer e finanças na vida moderna | (freepik/Freepik)
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  • Quando o bolso aperta, não é só a conta bancária que sente, o desejo também pode ficar sufocado. O estresse financeiro cria uma tensão invisível que invade a cama, transformando momentos de intimidade em preocupações silenciosas. Não à toa, pesquisas mostram que cerca de 60% dos divórcios no Brasil estão relacionados a problemas financeiros (IBDFAM).

    O dinheiro, embora essencial para o conforto, ainda é um dos maiores tabus dentro das relações. Muitos cresceram ouvindo que falar sobre finanças era falta de educação ou sinal de interesse.

    Para as mulheres, esse silêncio foi ainda mais profundo, historicamente, dinheiro não era assunto de mulher, o que as afastou das decisões financeiras e reforçou desigualdades.

    Mas o prazer não depende de saldo positivo, depende de conexão, a intimidade saudável nasce quando o casal transforma pressão em parceria.

    Conversar sobre dinheiro sem tabus, dividir responsabilidades e encontrar pequenas válvulas de escape, seja um jantar simples feito em casa ou uma noite de carinho sem pressa, são estratégias poderosas para manter o desejo vivo.

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    Dinheiro pode comprar conforto, mas não compra cumplicidade. E é justamente essa cumplicidade que sustenta o prazer em tempos de crise. O convite é claro, menos cobrança, mais presença. Porque quando o casal se apoia, até os boletos parecem mais leves.

    Estratégias para driblar o tabu sem afetar outras áreas da relação: definir prioridades juntos, criar um espaço seguro para conversar, transparência nas contas, dividir responsabilidades financeiras, pequenos prazeres acessíveis, planejamento conjunto.

    O equilíbrio entre desejo e dinheiro não nasce da ausência de problemas, mas da forma como o casal escolhe enfrentá-los. Se o tema ainda parece difícil, comece pequeno, uma conversa franca, um planejamento simples, um gesto de parceria.

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    Transformar o tabu em diálogo é o primeiro passo para que o prazer não seja sufocado pelas contas. Afinal, quando o casal se apoia, não só os boletos ficam mais leves, a relação também ganha força, cumplicidade e presença.

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