Dieta Budista: novo livro aponta benefícios do jejum intermitente

Aplique essa filosofia de vida à mesa e veja suas medidas diminuírem

O escritor e cientista Dan Zigmond compilou os ensinamentos do budismo e da ciência moderna em seu novo livro, o Buddha’s Diet: The Ancient Art of Losing Weight Without Losing Your Mind (Dieta de Buda: A Antiga Arte de Perder Peso sem Enlouquecer, em tradução livre), para você mudar de vez a maneira como encara as refeições.

O segredo para se alimentar como Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do budismo no século VI a.C., está, ao contrário do que muitos podem imaginar, no jejum intermitente e não nos alimentos que são consumidos durante o dia. Explicamos: o importante na dieta budista é prestar atenção aos intervalos de tempo que passamos ingerindo comida. “Essa medida proporciona uma desintoxicação do organismo”, conta Gabriela Cilla, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo.

Leia mais: Jejum na dieta? O hábito está conquistando cada vez mais adeptos

A ideia é começar limitando a janela de consumo de alimentos a 13 horas por dia – ou seja, se você tomar café da manhã às 8h, o jantar deve ser servido até, no máximo, às 21h. A cada semana, você deve reduzir esse intervalo em 1 hora até chegar a uma janela de 9 horas. Nesse caso, se a primeira refeição do dia for feita às 9h, a última deve ser saboreada às 18h.

Apesar de o método ir contra o ensinamento sagrado de comer de três em três horas, Zigmond garante que o jejum prolongado é seguro além de efetivo para quem quer queimar calorias extras. De acordo com ele, nosso metabolismo precisa de um tempo longe da comida para funcionar a todo vapor.

Esclareça:  Afinal, comer a cada três horas facilita a perda de peso?

Na hora de escolher o que colocar no prato, tenha em mente que você pode comer de tudo – exceto junk food. “Dê preferência para produtos naturais e orgânicos”, sugere a especialista. E, para não deixar o corpo se acostumar com essa nova rotina, escolha um dia na semana para ser o dia da trapaça. Nesse dia, coma normalmente, sem se preocupar com o jejum.

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  1. A dieta comprovadamente saudável é a mediterrânea. Não por crença, filosofia, achismo, esoterismo, mas por evidências científicas. Eis mais uma aventura na área, ditada por argumentos esquisitos, esotéricos, citando um personagem que ninguém sabe se realmente existiu, sem nenhuma evidência científica que é realmente saudável, muito menos se vai fazer bem para todos.

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