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7 tipos de orgasmo: você conhece todos?

O orgasmo pode ser muito mais do que uma única forma de prazer

Por Personare
10 jan 2026, 20h00 •
sete tipos de orgasmo
7 tipos de orgasmo: você conhece todos? | (freepik/Freepik)
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  • O orgasmo pode ser muito mais do que uma única forma de prazer. Na verdade, existem diferentes tipos de orgasmo que podem ser experimentados dependendo do corpo, do estímulo, do momento e da entrega.

    Conhecer essas possibilidades é um caminho poderoso de autoconhecimento e de ampliação do prazer.

    Neste artigo, você vai entender quais são os principais tipos de orgasmo e como explorá-los na sua vida sexual.

    1. Orgasmo clitoriano

    É o mais comum entre mulheres e pessoas com vulva. Ocorre com estímulo direto ou indireto no clitóris, região com milhares de terminações nervosas.

    Segundo a Especialista em Sexualidade e professora do curso de Ginástica Íntima do Personare, Roberta Struzani, muitas pessoas só conseguem chegar ao orgasmo por meio do estímulo clitoriano, e isso é absolutamente natural.

    Como explorar:

    • Use os dedos, a boca ou vibradores
    • Combine ritmo e pressão confortáveis

    2. Orgasmo vaginal

    Surge com penetração e estímulo interno. Pode estar ligado à região do ponto G. Roberta ressalta que esse tipo de orgasmo tende a ser mais difícil para muitas pessoas, pois requer maior entrega corporal.

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    Dicas para estimular:

    • Experimentar diferentes posições sexuais
    • Usar dedos ou brinquedos com curvatura
    • Focar na respiração e na entrega

    3. Orgasmo do ponto G

    O ponto G é uma região sensível na parede frontal da vagina. Quando estimulado corretamente, pode gerar um orgasmo mais profundo e intenso.

    Como identificar:

    • Fica a cerca de 3 a 5 cm da entrada da vagina
    • Pode causar sensação de pressão ou vontade de urinar
    • Explore com suavidade e curiosidade

    Segundo Roberta, esse tipo de orgasmo pode ser confundido com vontade de fazer xixi, e por isso muitas pessoas bloqueiam o prazer nesse ponto.

    4. Orgasmo cervical

    Menos comum, esse tipo de orgasmo ocorre com estímulo no colo do útero. Pode ser mais demorado, mas gera uma sensação de prazer mais difusa e emocional.

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    Dicas:

    • Requer maior entrega e confiança
    • Pode ser despertado com penetrações profundas e lentas
    • Respiração consciente e relaxamento ajudam

    Roberta Struzani explica que esse tipo de prazer está relacionado ao “deixar-se levar” e pode ter conexões emocionais mais intensas, inclusive com choro ou sensação de transcendência.

    5. Orgasmo anal

    É resultado do estímulo na região anal, rica em terminações nervosas. Pode ser vivido por qualquer pessoa, com consentimento, lubrificação e relaxamento.

    Como ter:

    • Comece com toques externos e explore aos poucos
    • Use muito lubrificante
    • Evite pressa e foque no prazer

    Roberta reforça a importância do relaxamento e da comunicação para que o orgasmo anal seja prazeroso e respeitoso.

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    6. Orgasmo mental

    Nem todo orgasmo precisa de estímulo físico. Algumas pessoas sentem prazer intenso apenas com fantasias, respiração, conexão emocional ou meditação. Roberta associa esse tipo ao sexo tântrico e ao slow sex.

    Possível com:

    • Estímulo erótico mental
    • Sexo tântrico ou slow sex
    • Fantasias e conexão profunda

    7. Orgasmo múltiplo

    Acontece quando uma pessoa tem mais de um orgasmo em sequência, sem perda do desejo ou da excitação. Segundo Roberta, isso é mais comum do que se imagina, mas exige relaxamento, entrega e boa comunicação.

    Como explorar:

    • Continuar após o primeiro clímax
    • Alternar tipos de estímulo
    • Trabalhar a respiração e relaxamento entre eles

    E se eu nunca senti todos esses tipos de orgasmo?

    Tudo bem. Cada pessoa tem um caminho único com o próprio prazer. O importante é se permitir descobrir com carinho, curiosidade e autoconhecimento. Como diz Roberta Struzani: “prazer é processo, não obrigação”.

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    Roberta também reforça que o orgasmo é resultado de uma soma entre corpo, mente e emoção. Por isso, autoconhecimento, comunicação e tempo são ingredientes fundamentais. “Não existe orgasmo ideal. Existe o seu prazer, do seu jeito.”

    A terapeuta destaca que o prazer pode ser cultivado, construído e resgatado, mesmo em fases de desconexão sexual. Começar pela masturbação, investir em práticas de respiração e acolher suas próprias emoções são ótimos primeiros passos.

    Explore o prazer de forma ampla, livre e consciente.

    Personare

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