Acro Yoga: saiba mais sobre a prática que conquistou as famosas

O Acro Yoga mescla ginástica acrobática com exercícios do ioga e massagem tailandesa. Para saber mais sobre a técnica adorada por famosas como Gisele Bündchen e Grazi Massafera, conversamos com Andre Ananta, do Studio Yoga Integral, em São Paulo.

Por Melissa Vaz Atualizado em 22 out 2016, 16h09 - Publicado em 26 jun 2014, 22h00

O que é

É uma prática que combina exercícios do ioga com acrobacias e pode ser feita em dupla ou trio. No Acro Yoga, uma pessoa fica embaixo (chamada de base ou porto) e a outra fica em cima, suspensa no ar (conhecida como voador ou volante). As posições ficam mais desafiadoras a cada etapa – culpa da ginástica acrobática, técnica performática e divertida que deu origem ao Acro Yoga. Já a massagem tailandesa entra com o objetivo de relaxar o voador. Por exemplo: enquanto a base segura o volante com os pés, o massageia com as mãos.

Quem pode praticar

Qualquer pessoa, inclusive quem leva uma vida sedentária, pode praticar o Acro Yoga. “A princípio, a prática do exercício apenas requer muita confiança e concentração”, aponta o professor. Mas quem já tem uma base de ioga leva vantagem e pode iniciar o Acro Yoga a partir de exercícios mais avançados. De qualquer forma, Ananta recomenda que iniciantes mesclem algumas aulas de ioga tradicional às acrobacias para estimular respiração e posturas corretas.

Benefícios

“O Acro Yoga trabalha o corpo intensamente, até mais que o ioga tradicional”, explica Andre Ananta. O praticante adquire consciência do próprio corpo e fortalece todos os músculos. Cada membro da dupla se beneficia de formas diferentes. “A que fica em cima fortalece principalmente o core e melhora o equilíbrio. Já a que fica embaixo se destaca pela força”, conta o especialista. Além dos benefícios físicos, a técnica fortalece a autoestima e a confiança no parceiro de exercício – por isso a prática é bastante procurada por casais.

Contraindicações

A supervisão de um professor é fundamental para evitar movimentos errados e quedas. Mas se você tem problemas de coluna, nos punhos, labirinte ou pressão alta, é melhor ficar longe da atividade para não apresentar pioras no quadro.

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