A polêmica da dieta que libera a gordura no cardápio

O consumo de gordura para auxiliar na perda de peso pode ter causado sérios problemas na saúde pública no Reino Unido, aponta levantamento

Por Redação Boa Forma Atualizado em 28 out 2016, 21h00 - Publicado em 24 Maio 2016, 17h06

Por muito tempo, o conceito de que gordura não prejudica a dieta, e até ajuda na perda de peso, prevaleceu como uma política alimentar oficial no Reino Unido — e em muitos outros países. Mas um novo relatório do Fórum Nacional de Obesidade (NOF), feito com a colaboração do departamento de Saúde Pública, revelou que essa conclusão, disseminada em 1983, foi baseada em uma “ciência falha”.

O levantamento revelou que, junto com esse hábito, a população também aumentou a ingestão de fast-foods e carboidratos. O resultado? Um país com o maior índice de obesidade em toda a sua história. “O maior equívoco está no consumo exagerado de carboidrato. Esse macronutriente, o carboidrato, é o único que aumenta a produção de insulina, o suficiente para prejudicar sua saúde e, consequentemente, fazer você engordar. E essa alta da insulina está relacionada a várias doenças e distúrbios como diabetes, doenças coronárias, câncer, alterações dos níveis de colesterol e triglicérides, arteriosclerose e outras”, explicou a nutricionista esportiva Betina Balletta, de São Paulo, em seu post no Instagram.  

Além disso, existem duas linhas do método adotados pelos nutricionistas. Uma que incentiva o consumo de gorduras do bem (mono e poli-insaturas). E outra que considera a ingestão de qualquer tipo de gordura (inclusive a saturada). Nós, da BOA FORMA, apostamos no cardápio que libera somente a gordura do bem, encontradas no abacate, nas oleaginosas e no azeite de oliva. Na revista de maio, você encontra a Dieta Cetogênica, que tem exatamente essa proposta: mais gordura do bem e menos carboidrato.   

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