Olheiras: táticas para acabar com o olhar de panda

Aprenda dicas de como a make, cremes e tratamentos podem acabar com o seu problema

Uma noite maldormida faz com que você tenha trabalho extra para disfarçar as olheiras na manhã seguinte – acontece com todas nós! “Algumas pessoas têm a tendência genética de acumular melanina na área, o que dá um aspecto acastanhado para a olheira. Já quando o motivo é a má circulação de sangue, a aparência fica arroxeada”, explica a dermatologista Claudia Miki, da Clínica Essendi, no Rio de Janeiro. Outros fatores também podem agravar o quadro, como crise alérgica, fumo e período menstrual. Se esse pesadelo acompanha você ao longo do dia, esqueça a rodela de pepinos e experimente outras táticas para dizer adeus àquele olhar de panda.

No make

Se elas estiverem muito marcadas, recorra a corretivos coloridos. “As cores opostas se neutralizam: vá de salmão para as olheiras azuladas e lilás para as amarronzadas”, diz Giovanna Morrell, maquiadora da Contém 1g, de São Paulo. Depois, é só aplicar um corretivo do tom da pele. E nunca use iluminador: ele destaca ainda mais a área escura. Boas opções: Corretivo Colorido Making Of, Contém 1g, R$ 58, e Corretivos Camufladores, Catharine Hill, R$ 146.

No creme

A má circulação pede produtos com ativos descongestionantes. “Vitamina K, ácido tioglicólico e vitaminas C e E são algumas das substâncias que ajudam a diminuir a pigmentação”, indica Claudia. Mas não tente resolver o problema de um dia para o outro. “Como a pele da região é muito fina, é importante no início passar apenas uma camada leve do produto duas horas antes de dormir.” Fique de olho em: Clearly Corrective Dark Circle Perfector, Kiehl’s, R$ 182, e Revitalift Roll On Olhos, L’Oréal Paris, R$ 59.

No consultório

Quando os cremes não dão conta do recado, vale considerar alguns tratamentos médicos, como peeling com ácido tioglicólico, drenagem linfática e preenchimento com ácido hialurônico (que atenua o relevo da pele, suavizando olheiras profundas). “Outra opção são os lasers de ondas, como o Nd Yag. Eles explodem o pigmento acumulado, que depois é absorvido pelo organismo”, diz Paulo Barbosa, presidente do Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica.

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