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Bruna Griphao: arte, entrega e intensidade

Capa de Boa Forma de fevereiro, a atriz reflete sobre carreira, a relação com as próprias cobranças e a vivência como musa do Salgueiro no Carnaval 2026

Por Juliany Rodrigues
9 fev 2026, 12h00 • Atualizado em 9 fev 2026, 17h39
Bruna Griphao
Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)
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  • Bruna Griphao é um dos nomes que cresceram diante das câmeras. A loira, que começou sua carreira ainda na infância, aos 10 anos de idade, se firmou como uma das atrizes mais reconhecidas de sua geração.

    Quinze anos depois, Griphao — que estampa a capa da edição de fevereiro/2026 de Boa Forma — declara que a arte continua sendo o eixo principal de sua trajetória, tanto profissionalmente quanto como forma de expressão.

    “Se eu puder fazer arte, independentemente da forma, se eu puder me expressar dessa maneira, eu sei que estarei bem.”

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    Além de seus papéis na televisão, no cinema e no teatro, a atriz, neste ano, leva sua energia para a Marquês de Sapucaí, estreando como musa do Acadêmicos do Salgueiro.

    Segundo Bruna, a preparação para o Carnaval 2016, que acontece entre 14 e 17 de fevereiro, tem sido intensa e envolve muita entrega, disciplina e movimento do corpo.

    “Porque o Carnaval não acontece só em fevereiro. Para quem vive isso de verdade, o Carnaval é o ano inteiro. É fruto de muito trabalho, dedicação, esforço e amor. É lindo de acompanhar, de vivenciar, de entender o que acontece nos bastidores e a entrega de tanta gente”, comenta.

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    Sua admiração pelo Carnaval não é de agora: desde pequena, seus olhos brilham ao ver os desfiles das escolas de samba. Por isso, o convite do Salgueiro, para ela, foi a realização de um sonho antigo.

    “Estou muito feliz com o convite para ser musa do Salgueiro no Carnaval. E acho que isso é nítido. Me sinto, aos poucos, parte de algo imenso, que respeito profundamente. Fico até emocionada.”

    Estar em uma exposição constante desde muito pequena fez com que Bruna aprendesse a lidar, ainda cedo, com as pressões tanto externas quanto internas.

    A famosa ressalta que, para ela, a atividade física atua como um “ponto de equilíbrio” diante da intensidade da carreira e da visibilidade.

    “Hoje, a atividade física é um pilar essencial para mim. É tão básico quanto beber água: precisa estar no meu dia. Eu faço porque amo.”

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    A seguir, Bruna fala mais sobre sua carreira, a relação com o próprio corpo e suas expectativas para o Carnaval 2026. Leia a entrevista completa!

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    A arte como motor

    Qual é hoje a sua maior paixão dentro do que você faz?

    Atuar segue sendo a minha maior paixão. Nada ocupa esse lugar. Sempre foi o que me moveu — e continua sendo.

    Voltar ao teatro, principalmente, deixou isso ainda mais evidente para mim. Ao mesmo tempo, descobri uma nova paixão no Carnaval. Me joguei de cabeça, fiquei completamente envolvida, apaixonada.

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    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    Depois de nove anos afastada do teatro, qual foi a maior dificuldade que você encontrou ao voltar a subir no palco?

    O nervosismo é real. O teatro é ao vivo — não existe a possibilidade de errar e refazer. Existe essa tensão de estar ali, no palco, em contato direto com o público.

    Mas, curiosamente, quando você sobe no palco, parece que uma chave vira. Tudo isso fica para trás. Voltar ao teatro foi delicioso, foi incrível. Uma felicidade imensa.

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    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    O que te traz mais prazer em relação ao teatro?

    O que mais me dá prazer é justamente a infinidade de possibilidades. No palco, tudo pode acontecer. O público pode reagir bem, pode reagir mal — e você precisa estar preparado para tudo, inclusive para contornar qualquer erro sem que ele perceba, para entregar um espetáculo bonito.

    Isso exige atenção absoluta, foco total. E quando eu saio do palco, a sensação é de uma gratidão absurda, de dever cumprido — mesmo quando nem tudo sai exatamente como planejado.

    Existe uma resiliência ali em cima: seguir apesar dos erros, aprender com eles. Tudo vira experiência. E isso é incrível.

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    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    O que você não aceita mais profissionalmente hoje? Você sente que está mais seletiva ou mais aberta do que antes?

    Eu nunca fui uma pessoa de dizer não para trabalho. Sempre fez sentido para mim estar fazendo o que amo, exercitando a minha arte. Se for algo que dialogue com isso, eu estou dentro.

    É claro que existem projetos pelos quais a gente se apaixona mais do que outros, mas hoje não há nada que eu diga: “isso eu não faço de jeito nenhum”.

    Sou uma pessoa muito aberta, disposta e interessada em tentar coisas novas, conhecer diferentes linguagens, novas formas de expressão artística.

    A única exceção seria algo que eu realmente não acreditasse, que fosse contra algum valor meu. Fora isso, estou sempre aberta ao novo.

    O peso da própria cobrança

    Em que aspecto você é mais dura consigo mesma — e por quê?

    Acho que uma das minhas maiores dificuldades está na autocobrança — algo que, na verdade, afeta muita gente. Eu sempre me cobrei demais.

    Hoje, o mundo é muito diferente de quando comecei a atuar. Existem vários pilares que sustentam uma carreira, e a gente se cobra para estar bem em todos eles.

    Sou atriz, mas também preciso estar na internet, trabalhar de outras formas… são muitas frentes, muitos papéis, e nem sempre essa cobrança é saudável. Muitas vezes, ela vem da insegurança.

    Já vivi a síndrome do impostor em vários momentos da minha carreira, aquela sensação de pensar: “gente, eu enganei todo mundo, eu não sei fazer isso”.

    Eu já passei muito por essa exigência constante de dar sempre o melhor, de não se achar suficiente, de não confiar no próprio trabalho. Hoje, me encontro em um lugar mais seguro.

    Eu consegui recuperar a autoconfiança que tinha perdido no início da vida adulta. Tenho mais senso de pertencimento, confio no meu trabalho, no que sei fazer — e, se não sei, sei que posso aprender e melhorar.

    Isso passa muito pela saúde mental, principalmente porque nosso trabalho envolve emoção, entrega, presença. É preciso estar ali de corpo e alma.

    O perfeccionismo excessivo atrapalha. Todo artista é muito crítico consigo mesmo. Eu, por exemplo, não conseguia assistir às minhas cenas quando era mais nova. Hoje consigo assistir, entender o que poderia ter sido diferente, sem esse peso.

    Acho que a maturidade traz isso, ela tira um pouco do peso que a gente carrega desde a adolescência e do começo da vida adulta.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    O que você faz para não se cobrar além dos seus limites?

    Tudo o que é possível. Terapia. Estar em contato com pessoas que eu amo, com a minha família, também é fundamental. Me apegar à minha espiritualidade é algo muito importante para mim — a minha fé faz parte desse cuidado.

    Estar em movimento é outro ponto essencial. Cuidar do físico é uma forma muito potente de cuidar da saúde mental. Fazer exercício, manter o corpo ativo, buscar constância — tudo isso me ajuda a me manter equilibrada.

    A maturidade também ensina muito. Com o tempo, você aprende a lidar melhor com as críticas. Quem começa muito cedo nessa exposição pública, como eu, em vários momentos acaba tendo a saúde mental mais afetada.

    O amadurecimento traz mais força e mais discernimento. Você passa a não levar tudo para o lado pessoal, aprende a diferenciar o que é ataque do que é crítica construtiva.

    É preciso criar uma rede de proteção para a própria mente — e entender que esse cuidado deve ser uma prioridade no dia a dia.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    O que você faz para cuidar de si mesma?

    Eu já tenho uma rotina construída há muitos anos, baseada no que eu sei que me faz bem e no que eu gosto de fazer. O exercício físico, por exemplo, é algo do qual eu não abro mão. Eu preciso me exercitar, suar. É um momento em que eu coloco tudo para fora.

    Para mim, esse movimento é um ato de cuidado gigantesco. Já faz parte da minha vida há muito tempo, é algo constante.

    Também vejo como autocuidado passar tempo com a minha família, com os meus amigos, ler. Inclusive, fiz um exercício recentemente: eu estava lendo muitos livros de autoajuda e senti vontade de voltar a ler como na adolescência — livros de suspense, outros gêneros, só para tirar a mente um pouco.

    E, querendo ou não, uma parte importante do meu autocuidado vem do meu trabalho. Atuar me cura, me faz muito feliz. Tenho a sensação de que, toda vez que saio do palco, saio um pouco mais curada de algo que eu nem sabia que precisava.

    No fim, é um conjunto. São várias ações, pequenas e grandes, que juntas constroem esse cuidado comigo mesma.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    Para você, o que significa bem-estar?

    Para mim, o bem-estar está diretamente ligado à felicidade e à saúde — a esse estado de sintonia entre mente e corpo. É quando tudo está alinhado e você consegue fazer escolhas, dentro do que é possível, sobre como viver o seu tempo.

    Bem-estar é ter qualidade de vida, poder se dedicar a si mesma, estar perto de quem você gosta, sentir-se saudável e presente. Para mim, é poder fazer o que se ama.

    Eu me sinto bem quando estou fazendo aquilo que me move. Se eu puder fazer arte, independentemente da forma, se eu puder me expressar dessa maneira, eu sei que estarei bem.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    O movimento como estilo de vida

    Como você define a sua relação com a prática de atividades físicas? Sempre gostou de se exercitar?

    Eu sempre gostei de me exercitar. Fui atleta na infância — pratiquei natação e saltos ornamentais —, então o movimento sempre esteve presente na minha vida. Desde criança, fui muito ativa, cheia de energia, e o esporte sempre fez parte da minha rotina.

    Hoje, a atividade física é um pilar essencial para mim. É tão básico quanto beber água: precisa estar no meu dia. Eu faço porque amo.

    Mas, quando comecei a treinar em academia, por volta dos 16 ou 17 anos, existia aquele desejo típico da adolescência de alcançar um “corpo X”.

    Com o tempo, isso mudou. Fui entendendo que, quando cuido da minha saúde, da minha cabeça e coloco o corpo em movimento, tudo o que vem depois é consequência — um bônus, não o objetivo principal.

    Hoje, eu preciso do exercício físico para me manter bem, sã e feliz. O resultado estético deixou de ser o foco e passou a ser consequência.

    Quando o cuidado vira hábito, ele se transforma em estilo de vida. E, hoje, não faz sentido para mim viver sem me exercitar. Para o meu dia estar completo, eu preciso me movimentar.

    Além da musculação, tem outras modalidades que fazem parte da sua rotina?

    Eu faço pouco musculação, na verdade. Meu treino é mais voltado para o peso do próprio corpo. Faço o método da academia onde treino há muitos anos, a Foguete, com uma proposta mais funcional e dinâmica.

    É esse tipo de treino que mais me motiva. Gosto de movimento, de variedade, de algo que me desafie e, ao mesmo tempo, me divirta. Quando o treino é mais dinâmico, eu me sinto mais engajada, mais presente — e faz muito mais sentido para mim.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    Você segue alguma dieta específica ou prefere uma abordagem mais flexível?

    Já tentei seguir dietas e impor restrições, mas fui entendendo, com o tempo, que esse tipo de controle não funciona para mim. A restrição acaba gerando compulsão.

    Prefiro manter uma vida saudável de uma maneira que seja possível. Me alimento bem, me sinto bem e, quando dá vontade, me permito comer algo fora da rotina, sem culpa.

    Quando você entende por que está se exercitando e se alimentando melhor — pela saúde do corpo, da mente e pelo bem-estar como um todo —, tudo fica mais leve.

    Não faço dietas mirabolantes nem corto grupos alimentares. Procuro comer comida de verdade, de forma equilibrada.

    E quando surge a vontade de uma pizza, um hambúrguer ou uma batata frita, eu aproveito tranquilamente. Sei que tenho uma rotina e uma base sólida.

    Comer bem, para mim, não é um desafio. Eu amo comida saudável. Frutas, verduras, legumes, proteínas, carboidratos — tudo isso faz parte de uma alimentação rica e completa, que reflete diretamente no meu dia, no meu humor e na minha energia.

    Não acredito em cortar nutrientes, mas em construir uma alimentação equilibrada, que te faça se sentir melhor, que faça você pensar melhor e ter um dia melhor.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    A paixão pelo Carnaval e a estreia como musa do Salgueiro

    Quando você olha pra trás, consegue identificar como começou esse seu amor pelo Carnaval?

    Desde criança, o Carnaval ocupa um lugar muito especial na minha memória. Lembro de quando meus pais ainda eram casados e, mesmo não sendo tão comum termos momentos só nós três, a gente se reunia para assistir aos desfiles. Aquilo me encantava profundamente. Eu ficava maravilhada.

    Cresci no Rio de Janeiro, então o Carnaval sempre esteve presente — nos desfiles, na rua, na atmosfera da cidade. Com o tempo e com o trabalho, passei a ter acesso à Sapucaí e a assistir aos desfiles de perto. Ainda assim, tudo parecia distante. Nunca imaginei que um dia ocuparia o lugar de musa.

    Quando eu era criança, uma amiga me convidou para desfilar na Mocidade. Fui em um carro alegórico e lembro exatamente da sensação: fiquei completamente encantada. Mais tarde, já adulta, esse encantamento só cresceu. Assistir aos desfiles virou um ritual anual, um momento muito esperado.

    Como foi receber o convite para ser musa do Salgueiro no Carnaval 2026?

    O convite do Salgueiro mudou tudo. A primeira pessoa com quem conversei foi meu pai — ele é salgueirense. Ver o brilho nos olhos dele, a emoção, o orgulho… aquilo teve um peso enorme para mim. Tornou tudo ainda mais especial.

    Depois que aceitei o convite e me comprometi com a escola, veio a imersão. Porque o Carnaval não acontece só em fevereiro. Para quem vive isso de verdade, o Carnaval é o ano inteiro. É fruto de muito trabalho, dedicação, esforço e amor. É lindo de acompanhar, de vivenciar, de entender o que acontece nos bastidores e a entrega de tanta gente.

    Eu descobri uma paixão que não conhecia a fundo. Hoje, sou completamente apaixonada. Já me perguntaram se eu largaria o Carnaval para voltar para o BBB — e a resposta é não. Não largaria por nada.

    Estou muito feliz com o convite para ser musa do Salgueiro no Carnaval. E acho que isso é nítido. Me sinto, aos poucos, parte de algo imenso, que respeito profundamente. Fico até emocionada.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    De que forma você lida com a pressão da estreia como musa?

    A principal pressão vem de mim mesma. Sempre veio.

    Com a maturidade, a gente aprende a filtrar melhor as coisas — inclusive as críticas. Existem aquelas que são construtivas, que valem a observação, e eu sou muito aberta a ouvi-las.

    Quando aceitei o convite do Salgueiro, eu já sabia que isso faria parte do processo. Estou disposta a escutar, porque preciso entregar o meu melhor para a escola, para a comunidade e para o Carnaval.

    Mas também existem críticas que são apenas ataques, das quais não dá para extrair nada de positivo. E aprender a diferenciar uma coisa da outra é um exercício de maturidade. Quando você consegue olhar com um pouco mais de distância, sem personalizar tudo, tudo fica mais leve.

    Eu sabia que haveria pressão — e aceitei isso desde o início. Lido bem com pressão porque aprendi na marra. Comecei muito nova, fui muito exposta, e isso me ensinou a desenvolver ferramentas para lidar com esse peso. Hoje, com terapia e muito cuidado com a minha mente, consigo atravessar esse processo de uma forma mais saudável.

    Independentemente de qualquer pressão externa, a pressão interna sempre existiria. Eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para entregar o melhor, para honrar um convite tão bonito e tão simbólico como esse. Esse respeito e essa responsabilidade vêm de mim.

    O que você espera sentir ao entrar na avenida?

    Acho que vou chorar muito. Vou estar extremamente emocionada, feliz, grata. Enquanto todo mundo vai dizer que passa rápido demais, na minha cabeça vai ser exatamente isso: vai acabar num piscar de olhos.

    É uma emoção que toma o corpo inteiro. Uma paixão física mesmo, daquelas que você sente por dentro.

    O Salgueiro me acolheu de uma forma que eu não tenho palavras para agradecer. Nunca fui de outra escola, então não posso comparar, mas entendo perfeitamente o lema deles: “nem melhor, nem pior, apenas diferente”. E é diferente mesmo. Desde o primeiro momento, fui muito bem recebida.

    No dia do desfile, sei que o sentimento vai ser, acima de tudo, gratidão. Uma vontade imensa de viver mais aquilo, de não deixar acabar.

    Dizem que o Carnaval vicia — e comigo foi exatamente assim. Brincaram que o “bichinho do Carnaval” ia me morder, e ele já mordeu. Já penso em 2027, 2028… Se me deixarem, fico para o resto da minha vida.

    Bruna Griphao
    Make: Mariana Salomao Hair: Thayane Calaça Produção: Paulo Kakau Stylist: Marlon Mesquita | (Gabriel Trindade/BOA FORMA)

    Make: Mariana Salomao
    Hair: Thayane Calaça
    Produção: Paulo Kakau
    Stylist: Marlon Mesquita
    Foto: Gabriel Trindade
    Retouch: Carlos Pavarini
    Estudio: TJ estudio fotográfico
    Assessoria AriPrensa

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