Boa Beleza, por Larissa Serpa

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Testei o tratamento que promete efeito de facelift sem cirurgia

A tecnologia Atria é um ultrassom focado que tensiona os tecidos fazendo um "levantamento"

Por Larissa Serpa
Atualizado em 1 ago 2023, 21h24 - Publicado em 31 jul 2023, 14h17

Bichectomia, fox eyes… Muitas cirurgias plásticas para fins estéticos que ouvimos falar que diversas celebridades e influencers fazem são tendências que surgem e vão embora rapidamente. Mas uma que parece estar sempre em alta é o facelift. A ideia dessa cirurgia é reverter aquela aparência de pele caída que inevitavelmente acontece com a idade e a perda de colágeno porém, se você quer esse efeito (ao menos em casos leves) sem passar pelo bisturi, dá para conseguir com a tecnologia do ultrassom focado Atria.

O que é o Atria

Atria - Ultrassom micro e macrofocado com handpieces de scanner e caneta

A tecnologia Atria é a quarta geração de ultrassom micro e macrofocado e possibilita tratamentos mais rápidos de rejuvenescimento facial (agindo nas rugas, flacidez e até poros), flacidez corporal e gordura localizada, com a máxima eficiência ao promover efeito térmico e muito menos dor.

Ele é colocado sobre a pele e emite ondas acústicas que são convertidas em calor na área tratada. Esse calor de até 70ºC é capaz de induzir a contração das fibras dos tecidos, fazendo com que a área fique muito mais firme — no tratamento, a energia do ultrassom é entregue de forma pulsada e não contínua, dessa forma os níveis de dor despencam.

Resultados mais naturais

O lifting cirúrgico trata apenas a camada de pele do rosto, esticando-a e retirando seu excesso. Isso promove resultados muito artificiais e “esticados”. 

O Atria permite um rejuvenescimento muito natural pois trata de forma pontual todas as suas camadas que apresentam envelhecimento, seja pele, músculo ou gordura, causando uma tensão instantânea na área.

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Testamos o “facelift sem cirurgia” Atria

A clínica da Dra. Daniella Curi, em São Paulo capital, oferece o tratamento.

A médica começa a consulta com uma anamnese para entender as queixas do paciente. Após determinada (a minha vontade era, claro, prevenção de flacidez), é realizada uma marcação no rosto para guiar por onde o aparelho irá passar. “Essa etapa é importante porque existem estudos clínicos que mostraram complicações se o aparelho pega no nervo, por exemplo, diminuindo a sensibilidade do paciente. Por isso é muito importante sempre fazer o tratamento com um profissional sério, com ótimo entendimento de tecnologias e anatomia”, diz Daniella.

O processo é praticamente indolor. Eu tive apenas uma vermelhidão na área do buço, onde minha pele é mais sensível, mas nada que não tivesse sumido no dia seguinte.

Resultados

Quando o aparelho é usado em peles jovens, para prevenção, a diferença não é tão gritante quanto em peles mais maduras para reversão mas eu ainda assim consegui ver os resultados imediatamente.

A doutora fez apenas de um lado do meu rosto antes para eu comparar com o outro e era visível o quando meu lado tratado estava mais levantado.

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As linhas de contorno do rosto ganharam mais definição e a “papada” ficou mais arqueada. Além disso, a meu pedido, também foi tratada área acima do lábio superior, o que criou imediatamente uma eversão do lábio — quando os lábios ficam mais “para fora” em vez de curvarem para dentro da boca.

Eu não senti nenhuma dor nas horas seguintes e amei o resultado. Foi o tratamento em que percebi mais efeito imediato contra a flacidez entre os que já testei,

O plano agora é continuar com o tratamento com a dra. Daniella — para quem ainda tem a pele jovem, o uso do aparelho 1 vez por ano já basta para esse efeito.

Onde fazer o “facelift sem cirurgia” do Atria

Clínica Dra. Daniella De Grande Curi
Rua Capote Valente 432, cj 44, Pinheiros, São Paulo

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