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Emagrecer sem treinar: entenda quais são os prejuízos

Emagrecer sem treinar não é uma boa estratégia e pode colocar em risco a saúde

Por Juliany Rodrigues
28 fev 2026, 22h00 •
emagrecer sem treinar
Emagrecer sem treinar: entenda quais são os prejuízos | (freepik/Freepik)
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  • Emagrecer sem treinar não é uma boa ideia, afinal, quando falamos em atividade física, o foco não está somente no gasto calórico, mas sim na importância do hábito para preservar a saúde física e mental.

    Emagrecer sem treinar: entenda quais são os prejuízos

    Com o aumento na busca pelas famosas “canetas emagrecedoras“, muitas pessoas têm alcançado uma perda de peso sem necessariamente aliar o uso do medicamento a um estilo de vida ativo.

    A estratégia pode até parecer “conveniente”, porém emagrecer sem treinar pode trazer uma série de prejuízos, entre os principais, a perda de massa muscular.

    “O emagrecimento sem exercício pode gerar um corpo metabolicamente mais vulnerável e estruturalmente mais fraco, e, queixas do tipo ‘emagreci, mas fiquei mais fraco’, ‘emagreci mas estou flácida’, começam a acontecer”, afirma Clarissa Rios, médica, educadora física e CEO da DoctorFit,

    De acordo com Rios, o corpo não perde apenas gordura quando não há estímulo muscular adequado, ele perde também força e capacidade funcional.

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    “Ao emagrecer sem fazer treino de força e estímulo muscular, pode ocorrer redução significativa de massa magra, queda de força e resistência, maior risco de dores e lesões, piora na mobilidade e comprometimento da autonomia a médio e longo prazo”, cita.

    “Músculo não é apenas estética, ele sustenta articulações, protege contra lesões, melhora equilíbrio e mantém o metabolismo ativo”, complementa a especialista.

    Além disso, em casos nos quais o indivíduo perde peso sem se movimentar, especialmente quando associado apenas ao uso de medicamentos, há uma grande chance de acontecer um efeito rebote.

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    Sem o estímulo do exercício e com o comprometimento da musculatura, também ocorre uma redução do gasto energético basal, o que pode dificultar a estabilidade do peso após a interrupção.

    Ou seja, o resultado é um emagrecimento que altera medidas, mas não necessariamente melhora a qualidade de vida.

    “A pessoa vê um corpo menor no espelho, mas não se sente mais capaz. Não corre melhor, não tem mais disposição, não se sente mais ativa. Isso impacta a autoestima e confiança funcional”, finaliza.

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