Por que a ioga não deve ser a sua única forma de se exercitar

São inegáveis os benefícios dessa prática para garantir força, equilíbrio e até uns quilinhos a menos. Só que, de acordo com um novo estudo, ela não deveria contar como parte dos exercícios físicos de intensidade moderada que precisamos fazer diariamente

Por Redação Boa Forma Atualizado em 28 out 2016, 10h48 - Publicado em 3 out 2016, 13h56

A recomendação de entidades como a American Heart Association (AHA) e a American College of Sports Medicine (ACSM) – duas das mais conceituadas do mundo – é que se pratique 30 minutos de atividade física em intensidade moderada na maioria dos dias da semana. E, de acordo com um estudo recente publicado por essas associações, a ioga não atende a essas exigências – principalmente a hatha ioga, um estilo mais leve da modalidade e que é bastante praticado mundo afora.

Entenda: os cientistas revisaram 17 estudos que avaliavam o gasto calórico da ioga e calculavam o MET (equivalente metabólico) dessa prática, que é a unidade de medida utilizada para definir a intensidade do exercício. Seguindo os critérios de ambas as associações americanas, os experts concluíram que a maior parte das posições de ioga têm uma intensidade leve, e não moderada, como pregam as orientações. Com isso, a atividade não promoveria, por exemplo, os mesmos benefícios cardíacos que atividades aeróbicas mais intensas.

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Mas fiquem calmas, meninas! Isso não significa que a sua adorada ioga é contraindicada. Pelo contrário: os próprios autores do artigo ressaltam que essa modalidade traz muitos benefícios para a saúde física e mental – como aumentar a força, o equilíbrio e a flexibilidade, acalmar a mente e reduzir o stress. E até quando o assunto é emagrecimento a ioga tem o seu lugar. Vários estudos e especialistas defendem (e comprovam!) que ela é uma ótima aliada para quem deseja eliminar uns quilinhos. Apenas fique de olho se essa atividade está sendo suficiente para atingir todos os seus objetivos – e garantir uma saúde em ordem.

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