A preparação de Juliana Alves para o Carnaval 2016

Samba no pé e curvas sensacionais são quesitos obrigatórios para se transformar em musa do Carnaval. Por isso, a atriz já começou a sua preparação para arrasar na Avenida. Descubra o que ela está fazendo para chegar lá

Por Maria Lúcia Zanutto Atualizado em 28 out 2016, 14h47 - Publicado em 16 dez 2015, 17h26

Depois de arrasar como a divertida Valeska, na novela Babilônia, da Globo, Juliana Alves se prepara para encantar o sambódromo como rainha de bateria da Unidos da Tijuca, posição que ocupa desde 2013. No plano para deixar as curvas ainda mais bonitas, a atriz cortou a quantidade de carboidratos à noite, fez trocas espertas na alimentação e incluiu o treino funcional e as aulas de dança na rotina fitness. Tudo para melhorar a performance e garantir mais pique no desfile.

Juliana praticamente tirou a lactose do cardápio, desde que foi diagnosticada com intolerância. A descoberta, segundo a atriz, foi muito importante para a sua vida porque isso fez com que ela descobrisse como se sentir mais disposta. “A minha dieta está recheada de alimentos saudáveis. Incluí variações do suco verde no café da manhã e troquei o pão pela famosa tapioca e já estou apaixonada por essa delícia. Evito queijo por conta da minha intolerância e diminui o consumo de carboidrato à noite”, diz.

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Mas, não pense você que ela é totalmente radical. Se estivesse em uma festa de família – um dos momentos em que se permite uma indulgência – a atriz provavelmente comeria um bolo ou um doce. “Eu não acredito em nenhum tipo de privação. Porque vai chegar uma hora em que você vai querer escapar de alguma maneira. Por isso, não tenho neurose e nem fico nessa obsessão de seguir um padrão de beleza. O meu corpo precisa estar versátil para o meu trabalho”, afirma.

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Para aguentar a maratona de ensaios e desfiles, a atriz continua praticando treino funcional e, agora, aposta nas aulas de dança. “Estou fazendo sapateado e contemporâneo porque percebi que essas atividades são importantes para melhorar a minha desenvoltura à frente da bateria. O contemporâneo é um exercício aeróbico fortíssimo. E o sapateado é ótimo para as pernas e para o ritmo. Quem sapateia consegue sambar sem problemas. O samba no pé eu tenho desde pequena, então, não senti a necessidade em aprimorar. Mas, como eu percebi que trazia muitas referências da dança para o samba, incluir as aulas na rotina foi o jeito que eu encontrei para fazer um treinamento mais completo”, revela. 

 

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