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Fortalecimento do assoalho pélvico: a chave para prevenir escapes urinários

Eles são mais comuns em mulheres do que imaginamos!

Por Maraísa Bueno
6 jan 2026, 22h00 • Atualizado em 7 jan 2026, 14h16
Os escapes urinários são mais comuns do que imaginamos e fortalecimento do assoalho pélvico é essencial para prevenção
Os escapes urinários são mais comuns do que imaginamos e fortalecimento do assoalho pélvico é essencial para prevenção (freepik/Freepik)
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  • Você sabia que os escapes urinários é algo extremamente comum entre as brasileiras? De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 45% das mulheres acima dos 40 anos possuem essa condição. E, as atividades físicas são muito importantes para prevenção, principalmente as que colaboram para o fortalecimento do assoalho pélvico.

    O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos e tecidos responsável por dar sustentação à bexiga, ao útero e ao intestino, além de ajudar no controle da urina. Manter essa região fortalecida é essencial para cuidar da saúde pélvica, já que o enfraquecimento dessa musculatura é um dos motivos para o surgimento de escapes de urina.

     

    Pilates como alternativa

    O pilates é uma das atividades auxilia no tratamento e prevenção dos escapes, pois trabalha o ganho de força, melhora na resistência, flexibilidade, coordenação e equilíbrio. Os exercícios focam na ativação do “powerhouse” (centro de força que engloba abdômen, lombar, pelve e quadris), o que aumenta a resistência do corpo, inclusive na bexiga.

    Os treinos de Pilates também tem como foco a respiração. Ela deve estar sincronizada aos movimentos, com uma inspiração pelo nariz e expiração pela boca para ativar o abdômen, com o intuito de fortalecer a musculatura como um todo.

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    A prática regularmente dos exercícios, além de auxiliar no fortalecimento dos músculos e minimizar episódios de escapes urinários também traz benefícios para mulheres que buscam melhorar o tônus muscular após o parto ou para aquelas que estão entrando na menopausa, um período em que o assoalho pélvico pode tornar mais vulnerável.

    É importante ressaltar também que é necessário buscar ajuda quando vivenciar algum dos sintomas, independentemente da frequência e intensidade. Quanto mais rápido acontecer a busca por ajuda, mais rápido será encontrado o tratamento adequado para a condição.

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