Pílulas de felicidade por Prem Baba, Monja Coen e Augusto Cury

Querer o bem do próximo, gerenciar as emoções e aquietar a mente são alguns dos hábitos ensinados pelas estrelas do II Congresso de Felicidade

Todo mundo quer ser feliz. A vida fica mais fácil, leve, colorida. Essa busca pela felicidade fez uma multidão de mais de duas mil pessoas se reunir no último fim de semana (25 e 26 de novembro) na Ópera de Arame, em Curitiba, para ouvir palavras de conforto, otimismo e até alguns puxões de orelha de duas dezenas de palestrantes bastante espiritualizados – entre eles o guru Prem Baba, a monja Coen e a máquina de best-sellers Augusto Cury. Eis alguns conselhos que foram compartilhados por eles nos dois dias de evento:

Leia mais: Ser generoso aumenta nosso nível de felicidade, diz estudo

Trabalhe o gerenciamento de emoções

Boa forma emocional também necessita de treinamento pesado – nesse caso, de gestão da emoção. “Não basta ter intenção de ser feliz, relaxado, tranquilo. Os processos mentais não são mágicos, todos os dias devemos treinar as nossas emoções, o olhar do belo, julgar menos e abraçar mais, apostar mais em nós mesmos. É a melhor forma de expulsar pensamentos perturbadores e formarmos arquivos saudáveis na mente”, diz Augusto Cury.

Aprenda a silenciar

Com a palavra, Prem Baba: “O que proporciona a felicidade é o silêncio interior. Quando você silencia internamente, você sente a plenitude. É importante começar a partir de algum lugar, nem que seja dando um único minuto – é o suficiente para iniciar essa revolução que consciência”. O guru criou a campanha Apenas um Minuto, onde seus seguidores compartilham fotos com a hashtag #apenas1minuto para conscientizar a importância do silêncio.

Veja também: Será que existe a receita da felicidade?

Pense no coletivo

Estar bem quando o outro está bem e vibrar verdadeiramente com a felicidade alheia deixa a gente automaticamente mais feliz. “O maior altruísta é o maior egoísta porque sabe que só será feliz se todos à sua volta estiverem em paz. A empatia é da natureza humana; a gente sente o que o outro sente”, explica Monja Coen. “A felicidade passa por você para cumprir o destino de chegar em todos. Ela vem quando você está vulnerável, aberto e, mesmo sem pensar, você está vibrando pelo coletivo. E o desejo sincero de ver todo mundo feliz é a principal característica do amor maduro”, conta Prem Baba.

Perdoe mais, julgue menos

Perdoar o próximo é libertador, assim como reconhecer erros e ser perdoado. “Ser feliz é pedir desculpas a quem amamos, ter coragem de dizer onde erramos e o que podemos fazer para tornar o outro mais feliz”, aponta Augusto Cury. É também ir além: aceitar nossas próprias falhas. “É necessário mapear erros e conflitos internos, e saber que apesar dos defeitos, é possível se reconstruir e se reinventar, o que funciona como uma vacina contra um dos maus do século: a autopunição e a autocobrança.

O ser humano moderno cobra demais de si mesmo e desenvolveu a síndrome do pensamento acelerado – pensa muito, mas não sabe se proteger”, continua ele. “Procure dissolver por completo todo o conflito interior, toda ideia de que você é uma vitima e de que existe um culpado lá fora para as dificuldades que você está vivendo”, sugere Prem Baba. Condenar, quem quer que seja, só afasta o prazer de viver.

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  1. Essa turma do mundo “esquisotérico” é dose. Só falam “abobrinhas”. E como tem gente nesse país de cabeças imaginativas e fantasiosas dispostas a ouvir o vazio de conteúdo deles. Daqui duas semanas não vão se lembrar nada da prosopopeia que esses três falaram. Aí ei pergunto, como uma publicação de saúde pode dar espaço para gente pseudocientífica e “esquisotérica” palpitar? Cadê o filtro científico e da racionalidade?

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