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O corpo ‘se acostuma’ ao exercício? Entenda o platô

Entenda como funciona o efeito platô e o que fazer para driblá-lo

Por Juliany Rodrigues
23 jan 2026, 14h00 •
O corpo “se acostuma” ao exercício? Entenda o platô | (freepik/Freepik)
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  • Quando você começa a se exercitar e adotar um estilo de vida mais equilibrado, é normal perceber resultados mais rápidos nas primeiras semanas. Com o passar do tempo, porém, muitas pessoas notam que esses avanços tendem a desacelerar.

    Isso ocorre porque o corpo humano possui uma grande capacidade de adaptação aos estímulos que recebe, o que pode acabar “freando” os impactos do treino, principalmente quando ele se mantém igual. Esse fenômeno é conhecido como efeito platô.

    O que é o efeito platô?

    “O corpo humano possui memória. Para entender como funciona, podemos comparar o processo com aprender a andar de bicicleta: no começo, você precisa se esforçar, mas depois se torna instintivo, pois seu corpo já memorizou”, explica o nutricionista Matheus Motta, do Vigilantes do Peso.

    Ou seja, o organismo aprende a gastar menos energia com a mesma rotina de alimentação e treino, o que torna o processo mais lento. É um mecanismo de defesa, mas que muitas vezes desanima quem está no meio da jornada.

    Por que ele acontece?

    A nutricionista Ana Lúcia Lemos explica em seu artigo “Como sair do efeito platô”, que diversos fatores contribuem para esse bloqueio, como a adaptação metabólica, a repetição da mesma dieta por muito tempo e a falta de variação nos estímulos do treino.

    Segundo a especialista, quando o corpo se acostuma a uma rotina estável, tende a reduzir o gasto energético, dificultando a continuidade dos resultados.

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    Além disso, noites mal dormidas, estresse elevado e até alterações hormonais podem influenciar no processo.

    Como driblar o efeito platô?

    Motta lembra que o platô é comum, mas pode ser superado com estratégias práticas.

    “É essencial lembrar que o efeito platô é uma parte normal do processo de perda de peso e não deve ser motivo para desistir. Com paciência, persistência e a adoção das estratégias corretas, é possível superar esse obstáculo e continuar avançando em direção aos objetivos de saúde e bem-estar.”

    Já Ana Lúcia reforça em seu artigo que variar a alimentação e os treinos é fundamental. Isso pode incluir ajustar as calorias, trocar a distribuição de macronutrientes ou investir em modalidades diferentes de exercício. Essas mudanças estimulam novamente o metabolismo e ajudam o corpo a “sair da inércia”.

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    Cuidar do sono e do estresse também é parte essencial da estratégia, já que ambos influenciam no equilíbrio hormonal e no gasto energético.

    O efeito platô é comum e não deve ser visto como um fracasso, mas como uma etapa natural do processo de emagrecimento. Com ajustes na dieta, variações no treino e atenção ao descanso, é possível driblar essa fase e continuar avançando.

    O segredo está em variar os estímulos e manter a constância.

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