Elevação lateral: braço totalmente estendido ou levemente flexionado?
Elevação lateral: entenda a ciência por trás do exercício para ombros. Braço estendido ou flexionado? Descubra o impacto em seu treino.
A elevação lateral serve para treinar ombros, estimulando principalmente os deltoides, principais responsáveis pelo formato arredondado da região e pela mobilidade do braço. De maneira secundária, o exercício pode recrutar trapézio e manguito rotador.
“O principal músculo trabalhado nesse movimento é o deltóide lateral, que faz parte do ombro. Ele também recruta outros músculos estabilizadores, como o trapézio e o manguito rotador”, afirma Thiago Ortis, especialista em treinamento de força e educador físico na Academia Gaviões 24h.
Estudos de eletromiografia publicados no Journal of Strength and Conditioning Research mostram que a elevação lateral gera alta ativação da porção média do deltoide, especialmente quando realizada com controle e amplitude adequada.
Os benefícios desse exercício incluem melhora da força funcional, desenvolvimento da estabilidade dos ombros, melhora da postura, alívio de incômodos no pescoço e prevenção de lesões.
Quando o assunto é a execução da elevação lateral, é comum surgir dúvidas a respeito da maneira como o braço deve ficar durante o movimento. Afinal, é melhor deixá-lo totalmente estendido ou levemente flexionado? E mais: será que esse detalhe pode influenciar os resultados da prática?
Elevação lateral: braço totalmente estendido ou levemente flexionado?
Estender totalmente o braço durante a elevação lateral faz com que o exercício fique mais desafiador, uma vez que, nesses casos, a carga se posiciona mais distante do ombro. Isso tende a exigir mais do músculo, o que pode potencializar os ganhos em termos de hipertrofia, intensificando o estímulo sobre o deltoide lateral.
Flexionar levemente os cotovelos durante a elevação lateral pode tornar a prática mais fácil e pode facilitar o uso de uma carga maior e a realização de mais repetições. Essa estratégia pode ser uma boa ideia para iniciantes, pessoas com limitações de mobilidade ou para quem tem dores ao fazer o exercício com o braço totalmente estendido.
Na prática, não existe uma abordagem melhor do que a outra, sendo que as duas podem trazer resultados significativos em relação à construção de músculos nos ombros. A escolha entre elas deve ser feita com base em uma série de fatores, sempre priorizando o controle do movimento, a técnica correta e a segurança do praticante durante a elevação de ombros.
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