Por que você deve deixar o relógio e o celular em casa antes de malhar

Ouvir o seu corpo pode ser a melhor forma de conhecer seus próprios limites

Por Daniela Bernardi - 9 out 2016, 15h00

Seu relógio até pode ser fantástico para mostrar pace, batimento cardíaco e calorias gastas. Mas ele jamais vai conseguir dizer quanta energia você ainda tem para usar. Por isso, conectar-se ao seu corpo – e, principalmente, ao seu fôlego – faz toda diferença na hora de seguir forte. Em época de Pokémon GO, a ciência mostra que compensa deixar a tecnologia um pouco de lado para caçar sozinha seu próprio objetivo.

Quanto você consegue conversar durante o exercício tem total relação com seu nível de esforço, segundo uma pesquisa da Universidade de Wisconsin-Lacrosse, nos Estados Unidos. Atinja um ritmo em que só seja possível pronunciar algumas sentenças picotadas para se exercitar em uma zona moderada, que gira em torno de 50% a 65% da sua capacidade.

Pergunte-se: como me sinto? Perceber o cansaço dos seus músculos é um bom caminho para definir se você consegue aumentar ou não a intensidade do treino, de acordo com uma revisão de estudos publicada na revista British Journal of Sports Medicine. Para isso, desligue a música e concentre-se no movimento.

Veja também: o que você precisa comer para ter mais energia

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