7 dicas de como vencer a preguiça e ir treinar

Drible a preguiça e potencialize seus treinos com 7 estratégias inteligentes. Mantenha o corpo e a mente ativos!

Por Juliany Rodrigues 23 set 2026, 14h00 | Atualizado em 23 set 2026, 15h46
Mulher de cabelo escuro, com top rosa e calça legging cinza com detalhes em coral, sentada no chão de madeira, segurando o tornozelo esquerdo com expressão de dor. Uma camisa xadrez está amarrada na cintura. Ao fundo, armários brancos
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Bateu preguiça de ir treinar? É totalmente normal sentir isso em certos momentos — não se culpe quando notar a sua disposição lá embaixo em algumas situações. Não é sempre que o corpo e a mente estarão com aquele “gás” para encarar uma sessão de exercícios. O respeito aos seus próprios limites e o descanso adequado fazem toda a diferença para a manutenção do bem-estar.

Ainda assim, existem estratégias que podem colaborar para driblar essa situação e tornar mais fácil dar o primeiro passo para se movimentar mesmo nos dias em que a preguiça insiste em aparecer. A seguir, confira 7 dicas que podem te ajudar a vencer a inércia, vestir o tênis e partir para a prática de atividades físicas:

7 dicas de como vencer a preguiça e ir treinar

1. Deixe tudo preparado com antecedência

Um truque que pode funcionar para vencer a preguiça e ir treinar é deixar alguns detalhes alinhados com antecedência — roupas separadas, mala pronta, fone de ouvido carregado e garrafinha d’água cheia. Essa medida pode colaborar positivamente para reduzir a quantidade de tarefas pré-treino e, assim, diminuir as chances da acomodação falar mais alto.

“É fundamental tratar a atividade física como um compromisso, definindo dias e horários e organizando a rotina para facilitar esse hábito, desde a separação das roupas até a alimentação”, aconselha o José Adeirton, especialista em fisiologia do exercício e biomecânica da Fast Treino.

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2. Crie uma playlist irresistível

Monte uma playlist com músicas que te tragam sensações boas e ânimo e, quando a preguiça para se movimentar aparece, coloque-a para tocar.

Um estudo de 2015 feito com 31 homens mostrou que aqueles que selecionaram suas listas de reprodução tiveram sérios ganhos de força. Os pesquisadores observaram que os que tiveram a oportunidade de ouvir sua playlist enquanto se exercitavam tiveram um aumento significativo no número de repetições de supino em comparação com os que não ouviram nenhuma música.

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3. Procure companhia

Uma revisão científica identificou que o apoio social está associado a uma maior adesão à prática de atividade física, ajudando as pessoas a manterem uma rotina de exercícios. Tendo isso em vista, nos dias em que a preguiça bater, pode ser uma boa ideia procurar uma companhia para te incentivar a ir se mexer.

4. Experimente diferentes modalidades

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“Explorar diferentes atividades pode ser um ótimo incentivo para manter o pique e combater a preguiça. Aulas de yoga, dança, HIT ou até esportes como natação e corrida são alternativas que vão desafiar o corpo de maneiras novas e interessantes”, sugere.

5. Priorize a frequência

“Nem todos os dias serão iguais: haverá momentos em que você estará cheio de energia, capaz de dar 100%, e outros em que mal conseguirá atingir 10% do seu potencial. E tudo bem! O importante é entender que cada treino, mesmo que curto ou com menor intensidade, é um passo valioso na direção dos seus objetivos. O progresso vem da soma dos pequenos esforços diários, e não da perfeição”, comenta Adeirton.

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6. Valorize como você se sente depois do exercício

Depois de se exercitar, geralmente, é possível desfrutar de uma sensação de mais leveza, de mais calmaria e de mais foco. Leve isso em consideração quando pensar em adiar o treino.

7. Descanse quando for necessário

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O descanso e a recuperação apropriados também fazem parte de um estilo de vida mais saudável e são considerados essenciais para se dar bem nos treinos. Por isso, é sempre crucial ficar de olho nos sinais do corpo que indicam que ele precisa de um período de pausa.

Especialmente quando a falta de disposição vem acompanhada de outros fatores, como cansaço intenso, queda significativa no rendimento, noites mal dormidas, estresse elevado ou dores, pode ser mais interessante diminuir o ritmo ou até mesmo dar um tempo nos exercícios.

 

 

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