Como combater o efeito da gravidade no rosto, seios e articulações durante a corrida

A força mais famosa da física tem seu lado bom (mantém nossos pés no chão), mas é um grande desafio para os atletas – pergunte a Fabi Murer, do salto com vara. Descubra, então, como ela age no seu corpo quando você corre

Por Daniela Bernardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 21 out 2024, 19h21 - Publicado em 11 set 2016, 09h00
Jordan Siemens/Getty Images
Jordan Siemens/Getty Images (/)
Continua após publicidade

Durante a corrida, não dá para fugir, a gravidade age em nossos corpos. Descubra quais são os efeitos nas partes do corpo que mais deixam dúvidas nas corredoras:

Nos seios:
• MITO: A gravidade não é o grande vilão, como a maioria pensa. O problema é a perda de gordura, que pode deixar a pele do busto flácida e, em consequência, os seios caídos.
• FATO: Um top de tecido bem firme (como os de supplex), com alças e laterais largas, minimiza as oscilações da mama, que estiram as fibras de colágeno. Bônus: e ainda reduz a dor.
• SOLUÇÃO: Uma pele com boa elasticidade tem mais chances de resistir a esses efeitos. “O segredo está em combinar um cardápio proteico [exemplo: coma duas claras de ovo por dia] com dermocosméticos”, recomenda o cirurgião plástico Marco Cassol, de São Paulo.

Veja também: 4 estratégias para melhorar o seu desempenho na corrida

No rosto:
• MITO: “O emagrecimento e a produção de radicais livres, que acontecem durante qualquer atividade física, estão mais ligados a esse tipo de dano do que a gravidade em si”, diz a dermatologista Paula Chicralla, do Rio de Janeiro.
• FATO: “Ela apenas concentra a pele que já está flácida na região próxima ao queixo”, explica a dermatologista paulista Natally Moraes, da Clínica Denise Lellis.
• SOLUÇÃO: Usar filtro solar é a primeira regra para evitar o envelhecimento precoce. “Antioxidantes à base de vitaminas A e C, coenzima Q10 e colágeno hidrolisado ajudam a retardar as alterações na fibra da pele”, diz Paula.

Nas articulações:
• FATO: “O impacto nos joelhos chega a ser até seis vezes maior do que o peso da corredora por causa da gravidade, o que pode causar lesões”, explica o ortopedista Gustavo Arliani, de São Paulo.
• SOLUÇÃO: Prefira correr na grama ou na areia (superfícies que absorvem a reação da pisada) e evite a parte inclinada do asfalto. Lembra a fórmula da aula de física (peso = massa x gravidade)? Um shape sequinho também ajuda a reduzir a sobrecarga. “Fortalecer coxas e glúteos alivia o peso sobre as articulações”, diz o ortopedista Moisés Cohen, diretor do Instituto Cohen, em São Paulo. Para isso, complemente o treino com musculação ou funcional.

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.