Quais os riscos à saúde do acúmulo de gordura abdominal?
A gordura abdominal, principalmente a gordura visceral, está associada ao aumento do risco de diversas doenças metabólicas e cardiovasculares.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o excesso de gordura abdominal pode estar relacionado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e alterações no colesterol.
Um dos indicadores utilizados para avaliar esse risco é a circunferência abdominal. Em homens, medidas acima de 94 cm já indicam risco aumentado, enquanto valores acima de 102 cm estão associados a alto risco cardiometabólico.
O que fazer para combater o acúmulo de gordura abdominal?
Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, sono adequado e controle do estresse são fatores importantes para melhorar o metabolismo e contribuir para a diminuição da gordura corporal.
Em alguns casos, quando há maior dificuldade de resposta apenas com mudanças de hábito, procedimentos estéticos não cirúrgicos podem ser indicados como complemento, sempre após avaliação individualizada.
Entre os mais utilizados estão aplicação de enzimas para gordura localizada, criolipólise, radiofrequência e protocolos combinados, que podem atuar tanto na redução do volume abdominal quanto na melhora da firmeza da pele.
A escolha do tratamento depende da composição corporal, histórico metabólico, padrão hormonal e hábitos de vida de cada paciente.
Dra. Angela Helena Perretto, responsável técnica nacional da Homenz
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