Como sair do sedentarismo: por onde começar sem desistir no primeiro mês

Saia do sedentarismo de vez! Dicas para começar a se exercitar sem desistir no primeiro mês e construir um hábito saudável.

Por Juliany Rodrigues 14 jun 2026, 18h00
Mulher de pele morena, cabelo preso em coque, camiseta cinza, sentada em sofá cinza com cobertor bege, segurando controle remoto e tigela de salgadinhos, com expressão de tédio, em sala de estar com estante e mesa de cabeceira
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O movimento do corpo consiste em um dos cuidados mais valiosos para a preservação da saúde física e mental. No entanto, a gente sabe que manter esse hábito de maneira consistente na rotina pode ser um verdadeiro desafio.

Não é raro que pessoas iniciem com entusiasmo e abandonem a prática ainda nas primeiras semanas, o que pode ocorrer por vários motivos, como falta de tempo e criação de expectativas irreais.

Como sair do sedentarismo: por onde começar sem desistir no primeiro mês

Para Brucce Cota, educador físico e gerente executivo da rede de academias Contorno do Corpo, um dos maiores segredos para largar o sedentarismo de vez é começar de maneira simples e sustentável, sem mudanças radicais.

“O erro mais comum é querer mudar tudo de uma vez. A pessoa sai do zero para uma rotina intensa e, em pouco tempo, se frustra ou se cansa”, explica.

De acordo com ele, não é preciso começar com treinos longos ou de alta intensidade. Você pode apostar, por exemplo, em modalidades mais leves e sessões mais curtas, que já são interessantes para estimular o corpo.

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Uma boa indicação é iniciar com atividades de 20 a 30 minutos, duas ou três vezes por semana, aumentando o ritmo gradualmente e sempre respeitando os limites do próprio corpo.

Outro ponto fundamental é estabelecer metas realistas. “É fundamental trabalhar com metas possíveis. Por exemplo: me exercitar 30 minutos,  3 vezes por semana no primeiro mês. Consegui cumprir esta meta? Posso aumentar para 40 minutos ou para 4-5 vezes por semana”, orienta.

“Ao estabelecer essas metas, a pessoa percebe a melhora no fôlego e na disposição. Os resultados mais consistentes vem com o tempo”, destaca.

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A escolha da modalidade também faz toda a diferença, sendo que é indispensável escolher algo que seja minimamente prazeroso e que realmente se encaixe na rotina.

“Quando a atividade entra na agenda como um compromisso, fica mais fácil manter a regularidade. Outra dica é ter companhia para treinar. Quando temos compromisso com outra pessoa, nos ajuda a cumprir o planejado”, completa o educador físico.

Vale lembrar que, especialmente no início, é indispensável redobrar à atenção em relação à dores excessivas e cansaço intenso nos treinos. Esses sintomas podem significar exagero, o que eleva o risco de desistência.

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O acompanhamento profissional é um aliado fundamental, contribuindo para exercícios adequados e seguros.

“A mudança precisa ser encarada como um processo contínuo. Não é sobre resultados imediatos, mas sobre construir um hábito que faça sentido no dia a dia”, finaliza Cota.

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