Frio e desânimo? Exercício reduz em 30% risco de depressão
No frio, o treino é chave para sua mente. Reduza o risco de depressão e melhore seu humor com dicas para manter a constância.
Durante a época mais fria do ano, manter o corpo em movimento pode se tornar ainda mais desafiador. Nesses momentos, ficar em casa no aconchego do sofá costuma ser bastante tentador, e, com isso, a prática regular de atividades físicas pode ser deixada de lado com facilidade.
Do ponto de vista da saúde, é fundamental tentar ao máximo realizar exercícios mesmo quando as temperaturas lá fora estão mais baixas.
Um dos grandes benefícios de preservar o hábito durante os dias gelados está relacionado ao equilíbrio emocional, que tende a ser afetada negativamente no frio.
Frio e desânimo? Exercício reduz em 30% risco de depressão
A Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a prática regular de atividades físicas pode reduzir em até 30% o risco de depressão, além de colaborar para a melhora do humor, do sono e da qualidade de vida. Nesse sentido, durante os dias frios, mexer o corpo impacta positivamente a disposição e o equilíbrio emocional.
Para Larissa Fabrini, multicampeã do Ironman e atleta de endurance, para atravessar os períodos de menor motivação, as estratégias importantes incluem diminuir a autocobrança e a pressão e focar na frequência.
“Muita gente acha que disciplina é fazer tudo perfeitamente todos os dias, mas para mim é justamente o contrário. Tem dias em que você vai conseguir treinar forte e outros em que uma caminhada ou uma hora de atividade já são suficientes. O importante é não perder o hábito”, afirma.
Segundo ela, esperar pela motivação perfeita é um dos maiores erros de quem tenta manter um estilo de vida ativo durante o frio.
A constância pode ser construída a partir de algumas dicas simples, por exemplo, reduzir a exigência em dias mais frios, aproveitar os horários mais quentes para malhar, preparar as roupas com antecedência e respeitar sempre os próprios limites.
“Ninguém acorda motivado todos os dias. O que sustenta uma rotina não é a motivação, mas sim a frequência. Quando você entende isso, deixa de depender da vontade para cuidar de si”, finaliza ela.
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