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Dança dos famosos 2015: testamos a aula de frevo

Depois de experimentar a lambada e a salsa, chegou a hora de me entregar ao frevo – ritmo que trabalha as pernas e acelera o metabolismo. Vem que é contagiante!

Por Maria Lúcia Zanutto
23 nov 2015, 13h58 • Atualizado em 21 out 2024, 19h16
Reprodução/ Carol Caminha
Reprodução/ Carol Caminha (/)
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  • De todas as aulas que experimentei, a de frevo foi a mais difícil. A modalidade, típica do carnaval pernambucano, exige muita rapidez nos movimentos, malabarismos, saltos, passos curtos e ritmo frenético. Sem contar os agachamentos durante a dança – um senhor exercício para trabalhar pernas, glúteos e acelerar o metabolismo. Verdade seja dita, fiquei com dor nas pernas. Mas, para a minha felicidade, os sintomas permaneceram apenas por dois dias.

    O termo frevo deriva do verbo ferver. E, depois de experimentar uma aula, o nome faz todo o sentido. Afinal, os passos curtos e rápidos fazem com que você gaste, no mínimo, umas 500 calorias em 1 hora de aula. Com origem nas famosas marchinhas, a dança surgiu na cidade do Recife como um ritmo carnavalesco. Como a bailarina Ana Botafogo comentou no último programa, a modalidade tem aproximadamente 120 passos e todos eles com nomes bem brasileiros, como martelinho, girassol e bêbado. Por isso, você dificilmente vai conseguir aprender todos em apenas uma aula. E, vamos combinar, só com os básicos dá para suar muito o top.

    “O frevo exige um preparo físico muito grande do bailarino. Por mais que você esteja acostumado a dançar, essa modalidade vai trabalhar grupos musculares com os quais você não está habituado, como abdômen, pernas e braços. Por isso, nos primeiros dias, é normal sentir algumas dores na região das pernas. E, por ser uma dança animada, você não pode deixar a energia cair”, explica Elmo Silva, professor e coreógrafo da Cia Terra de Dança – Academia de Dança, de São Paulo, que me deu uma aula de cultura e dança.

    E não pense que o ritmo é indispensável apenas no carnaval. Em 2012, o frevo ganhou o título de Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Nota da repórter: esta foi a primeira vez na vida que dancei o frevo. Por isso, peço que você ignore qualquer falta de finalização ou movimentação errada. 

    Confira alguns momentos da experiência:

     

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    https://www.instagram.com/p/-b50qwmf7S/

     

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