Pulseira esportiva Fitbit salva vida desta mulher

O gadget, usado normalmente por corredores, detectou mudanças no corpo de aposentada

Por Redação Boa Forma 7 abr 2017, 18h12 | Atualizado em 21 out 2024, 17h43
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 (Reprodução/Divulgação)
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Em janeiro, Patricia Lauder, uma aposentada de 73 anos, percebeu que havia algo errado quando seu Fitbit – frequencímetro usado por ela havia um ano para calcular quantos passos dava por dia – informou que sua pulsação havia aumentado para 140 batimentos por minuto, mesmo ela estando parada.

De acordo com a Associação Americana do Coração, o número de batimentos por minuto em descanso considerado normal para adultos fica entre 60 e 100.

Ela havia sido diagnosticada recentemente com sinusite e seu médico suspeitava de pneumonia. Após várias visitas ao hospital, Patricia aguardava os resultados de exames para entender a causa de sua falta de ar.

Nos dias seguintes, a aposentada percebeu, por causa da pulseira esportiva, que seus batimentos estavam crescendo progressivamente, dos 60 a 70 batimentos por minuto habituais, para mais de 100. Quando chegou a 140, Patricia chamou uma ambulância. “Eu sabia que havia algo errado”, disse, em entrevista para a CNN.

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Quando chegou ao hospital, os médicos descobriram coágulos formados dentro dos dois pulmões, os prováveis responsáveis pelo aumento de pressão, já que coágulos impedem o bombeamento do sangue.

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No caso de Patrícia, seu coração estava trabalhando 65% a mais que sua capacidade normal para tentar empurrar o sangue até onde ele deveria chegar.

Segundo o médico JuYong Lee, que cuidou de Patricia, cerca de 25% dos pacientes com embolia pulmonar – caso da americana  podem morrer subitamente. Mas, com o tratamento correto, os coágulos sumiram em 24 horas e o coração de Patricia voltou ao seu ritmo normal. “Esses aparelhos podem ajudar muitos pacientes a prestar atenção em alguns detalhes”, disse o médico.

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