5 estratégias de exercícios contra ansiedade e insônia
Exercícios físicos são aliados poderosos contra ansiedade e insônia. Veja 5 estratégias para otimizar seus treinos e cuidar da mente.
O combate aos transtornos mentais, como depressão e ansiedade, e aos distúrbios do sono têm, entre os seus pilares fundamentais, a prática regular de atividades físicas.
Hoje, o cuidado com a parte emocional se tornou um dos motivos mais relevantes quando o assunto é a procura por um estilo de vida ativo.
Nesse sentido, o movimento do corpo se destaca como um dos fatores cruciais para o bem-estar geral.
5 estratégias de exercícios contra ansiedade e insônia
Segundo Breno Daniel, profissional de educação física da Academia Corpo e Saúde, o exercício é um verdadeiro aliado para o controle da ansiedade e para a melhora do sono, desde que intesidade e volume sejam ajustados de acordo com as condições de cada pessoa.
“Se a pessoa já chega para treinar no limite da fadiga mental, um treino mal planejado pode elevar ainda mais o cortisol e piorar a ansiedade e a insônia. O segredo está em adequar o estímulo físico à realidade mental do aluno”, comenta.
Para ajudar quem deseja transformar os treinos em uma ferramenta de equilíbrio e qualidade de vida, o especialista lista cinco estratégias práticas:
1. Ajuste o horário do treino
“A atividade física eleva a temperatura corporal e a liberação de adrenalina. Para quem é sensível, o ideal é realizar treinos intensos pela manhã ou até o fim da tarde. Se o treino for à noite, priorize cargas moderadas e finalize com alongamentos“, orienta o especialista.
2. Lembre-se dos treinos de força
As atividades aeróbicas são bastante conhecidas trazer efeitos positivos em relação à liberação de endorfina, favorecendo o humor, o alívio do estresse e a melhora do sono.
No entanto, o papel do treino de força nunca deve ser esquecido. Modalidades como a musculação agem na regulação de serotonina e dopamina, neurotransmissores que atuam na sensação de felicidade e prazer.
“Séries bem orientadas na musculação trazem uma sensação imediata de dever cumprido e relaxamento pós-treino“, pontua.
3. Respeite a recuperação
Em momentos de pico de estresse mental ou cansaço extremo no trabalho, pode ser melhor evitar “forçar a barra” na hora de se movimentar.
“Nesses dias, em vez de faltar ou se esgotar, a melhor escolha é a recuperação ativa: uma caminhada leve, sessões de mobilidade ou alongamento. Isso mantém a constância do hábito, melhora a circulação e ajuda a desacelerar a mente sem sobrecarregar o sistema nervoso central”, sugere.
4. Pratique a conexão mente-músculo
“Ao focar na execução correta do movimento, na postura e na respiração durante o exercício, o aluno pratica uma forma de meditação ativa. O treino vira um momento de desconexão dos problemas externos”, diz.
5. Elimine a mentalidade de punição
“O exercício deve ser praticado como um ato de autocuidado e preservação da saúde. Quando mudamos essa chave mental, o treino deixa de ser uma obrigação pesada e passa a ser o momento do dia em que a pessoa cuida do próprio corpo e da mente”, conclui o professor de educação física da Academia Corpo e Saúde.





