Ballet pilates queima 600 calorias e deixa o abdômen durinho

Criada no Brasil, a aula seca e define em até dois meses e ainda melhora a postura

Dentre tantos métodos fitness que surgem por aí, o ballet pilates chamou a atenção de BOA FORMA – fomos testar a aula nesta semana! – por inovar ao unir muitos acessórios: bolas, halteres, fitas, tecido acrobático e até um bambolê próprio, o bamballet. “Ele é feito de um material diferente para que a aluna consiga fazer vários movimentos, podendo gastar até 600 calorias em uma hora, só que de uma forma bem lúdica”, diz a educadora física Audrea Lara, criadora da modalidade, que mistura princípios do pilates e do ballet barre workout, desenvolvido na Inglaterra na década de 40.

Mobilidade + postura de bailarina

Alunas do ballet pilates usando o bamballet

 (Daniela Carreira/)

Na aula, o bambolê e a fita (parecida com a da ginástica rítmica) são utilizados em exercícios que aumentam a frequência cardíaca (bye, bye, gordurinhas!), corrigem a postura e melhoram a mobilidade articular, principalmente a dos membros superiores. “Durante o dia, raramente fazemos rotações com os braços e os punhos, certo? A maioria de nós fica sentada na frente do computador”, diz Audrea.

Core forte + equilíbrio

Mulheres fazendo aula de ballet pilates no solo, com o stick

 (Daniela Carreira/)

Uma das inovações do ballet pilates é a barreplus, uma barra com cinco níveis. “Na aula, trabalhamos a musculatura mais profunda do corpo, partindo sempre do core.” Inclusive, o stick (uma barra móvel presa a elásticos) intensifica os movimentos do balé, já que o apoio instável exige mais equilíbrio e propriocepção (consciência corporal) da aluna – até o assoalho pélvico é ativado.

Veja também: Acro Yoga: a modalidade que mistura acrobacia e massagem tailandesa à prática

Menos calorias + pernas durinhas

No treino, são poucas repetições de cada exercício (até dez), porém, em um ritmo acelerado para queimar mais calorias. A bola, por exemplo, pode ser colocada entre as pernas para ser apertada e fortalecer a parte interna das coxas. Já o tecido aéreo trabalha os músculos dos pés à cabeça e ainda ajuda na circulação sanguínea. “O impacto dos saltos sobre o tecido impulsiona o sangue que vai para o coração e também incentiva a drenagem linfática”, explica Audrea, que garante uma mudança no corpo após trinta sessões de ballet pilates, duas vezes por semana.

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